Apesar de sinais um pouco mais animadores nos meses mais recentes, a produção de biodiesel da Argentina deverá fechar o ano em torno de 1,8 milhão de toneladas. Um recuo de 30% sobre os 2,8 milhões de toneladas fabricadas em 2014.
Apesar de sinais um pouco mais animadores nos meses mais recentes, a produção de biodiesel da Argentina deverá fechar o ano em torno de 1,8 milhão de toneladas. Um recuo de 30% sobre os 2,8 milhões de toneladas fabricadas em 2014.
A projeção é da Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio (AABH) que atribui a queda à retração das exportações provocada pelo fechamento do mercado europeu ao biodiesel argentino e à queda nos preços do petróleo, que tornou o biocombustível do país vizinho menos competitivo em mercados onde a mistura não seja obrigatória.
Apesar do consumo interno estar subindo, o ritmo de crescimento não tem sido suficiente para compensar as perdas no mercado externo. As projeções da associação apontam para uma queda de 55% nas exportações enquanto o consumo nacional deverá avançar cerca de 11%. A indústria vem operando com cerca de 40% de ocupação.
Para contornar o problema, a AABH advoga o aumento da mistura obrigatória dos atuais 10% para 15%. “Isso seria um medida bem-vinda”, disse o presidente da associação, Claudio Molina. Além disso, a indústria quer que usinas termoelétricas e empresas de transportes coletivos passem a usar B20.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts
Apesar de sinais um pouco mais animadores nos meses mais recentes, a produção de biodiesel da Argentina deverá fechar o ano em torno de 1,8 milhão de toneladas. Um recuo de 30% sobre os 2,8 milhões de toneladas fabricadas em 2014.
A projeção é da Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio (AABH) que atribui a queda à retração das exportações provocada pelo fechamento do mercado europeu ao biodiesel argentino e à queda nos preços do petróleo, que tornou o biocombustível do país vizinho menos competitivo em mercados onde a mistura não seja obrigatória.
Apesar do consumo interno estar subindo, o ritmo de crescimento não tem sido suficiente para compensar as perdas no mercado externo. As projeções da associação apontam para uma queda de 55% nas exportações enquanto o consumo nacional deverá avançar cerca de 11%. A indústria vem operando com cerca de 40% de ocupação.
Para contornar o problema, a AABH advoga o aumento da mistura obrigatória dos atuais 10% para 15%. “Isso seria um medida bem-vinda”, disse o presidente da associação, Claudio Molina. Além disso, a indústria quer que usinas termoelétricas e empresas de transportes coletivos passem a usar B20.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts