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Exportações brasileiras de glicerina voltam a superar 60 mil toneladas

Volume ficou ligeiramente abaixo do recorde estabelecido no começo deste ano

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Chegamos muito perto, mas ainda não foi dessa vez que o Brasil estabeleceu um novo teto para as exportações de glicerina. Pelas contas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em maio um pouco mais de 61 mil toneladas do coproduto saíram do país, apenas 2,5% abaixo do recorde de 62,6 mil toneladas que foi estabelecido logo no começo deste ano.

Apesar de termos chegado ao terceiro mês do B14, esta foi a primeira vez desde então que as exportações voltaram a superar a barreira das 60 mil toneladas.

O aumento nas vendas se deve quase exclusivamente à maior demanda internacional pela glicerina bruta brasileira, cujas exportações avançaram 7,4% em relação a abril, atingindo a marca de 51,2 mil toneladas. Já a glicerina destilada ficou praticamente no mesmo lugar, com 9,81 mil toneladas embarcadas – queda de 0,5% de um mês para o outro.

Chegamos muito perto, mas ainda não foi dessa vez que o Brasil estabeleceu um novo teto para as exportações de glicerina. Pelas contas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em maio um pouco mais de 61 mil toneladas do coproduto saíram do país, apenas 2,5% abaixo do recorde de 62,6 mil toneladas que foi estabelecido logo no começo deste ano.

Apesar de termos chegado ao terceiro mês do B14, esta foi a primeira vez desde então que as exportações voltaram a superar a barreira das 60 mil toneladas.

O aumento nas vendas se deve quase exclusivamente à maior demanda internacional pela glicerina bruta brasileira, cujas exportações avançaram 7,4% em relação a abril, atingindo a marca de 51,2 mil toneladas. Já a glicerina destilada ficou praticamente no mesmo lugar, com 9,81 mil toneladas embarcadas – queda de 0,5% de um mês para o outro.

Esse resultado fez com que a fatia da glicerina de maior valor agregado no total exportado recuasse cerca de um ponto percentual, indo de 17,1% em abril para menos de 16,1% no último mês.

No total, as exportações de glicerina renderam ao país US$ 16,8 milhões; valor que pode ser convertido para aproximadamente R$ 86,4 milhões.

O valor recebido em dólares foi 3,8% maior do que um mês atrás. Essa variação responde principalmente ao aumento do volume de glicerina comercializada, uma vez que os valores pagos pelos compradores internacionais têm variado relativamente pouco nos últimos meses – depois de ter experimentado uma alta e uma baixa igualmente espetaculares, o mercado global parece ter atingido uma zona de marasmo a partir da virada de 2023 em diante.

No último mês, tanto a glicerina destilada quanto a bruta tiveram baixas na faixa de 1% em suas cotações médias. No primeiro caso, o valor médio da tonelada foi a US$ 520,47. No segundo, US$ 229,06.

O crescimento registrado em maio responde principalmente ao aumento da demanda na China. O país asiático comprou 3 mil toneladas a mais do que no mês anterior, chegando a 49,7 mil toneladas. Esse montante equivale a 81,5% do total exportado pelo Brasil no período.

Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com

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