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Mato Grosso poderá ser um grande pólo na produção de agroenergia

Especialistas alertam para a necessidade de se agregar valor à soja e diversificar a produção. Ou seja, pode-se continuar a produzir o grão, mas o estado deve...
O Documento - Várzea Grande 2 min de leitura
 Tornar Mato Grosso um grande pólo de desenvolvimento sustentável para gerar emprego e renda. Este é o grande desafio que será discutido na mesa redonda no próximo dia 8/06, em Tangará da Serra. O objetivo do encontro é gerar conhecimento aos participantes da cadeia produtiva para que possam investir na agroenergia.

O biodiesel – ou biocombustível - é uma nova fonte que apresenta grandes perspectivas com o aproveitamento de culturas como a soja, o sorgo, o girassol e muitas outras, inclusive a gordura animal, o que potencializaria a pecuária mato-grossense.

Especialistas alertam para a necessidade de se agregar valor à soja e diversificar a produção. Ou seja, pode-se continuar a produzir o grão, mas o estado deve investir em outras culturas que se adaptem ao clima de Mato Grosso igual ou até melhor que a soja.

O Brasil é o país do mundo que reúne o maior quantitativo de vantagens comparativas para liderar a agricultura de energia. A primeira vantagem comparativa que se destaca é a perspectiva de incorporação de áreas à agricultura de energia, sem competição com a agricultura de alimentos, e com impactos ambientais circunscritos ao socialmente aceito. O segundo aspecto a considerar é a possibilidade de múltiplos cultivos dentro do ano calendário. Aproveitando para plantar o grão mais adequado às estações predominantes no Estado.

"Não podemos ficar de fora do processo de mudança no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável. E a agroenergia é o que garantirá a sustentabilidade do meio ambiente. Isto sem falar na geração de emprego e renda para Mato Grosso", aposta Thais Barbosa, membro titular da Comissão da Amazônia que vem lutando para o progresso do Estado através da agroenergia.
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