Os cientistas se enganaram. Os buritizais do Acre ocupam área bem
maior que imaginavam e, por isso, a palmeira passou para o topo da lista
Óleo da palmeira pode ser obtido em larga escala para produção do biodiesel
Os cientistas se enganaram. Os buritizais do Acre ocupam área bem maior que imaginavam e, por isso, a palmeira passou para o topo da lista das espécies que mais podem garantir, nesta região, a produção e o abastecimento de biodiesel, o combustível vegetal que aos poucos substituirá o de origem fóssil.
Há três anos, no início do Estudo do Potencial do Buriti para Biodiesel, realizado por uma parceria entre governo do Estado, Universidade Federal do Acre (Ufac) e Eletronorte, os pesquisadores acreditavam que numa eventual prospecção a quantidade de óleo seria suficiente apenas para abastecer a indústria coméstica, por exemplo. A situação é outra hoje após constatarem que há grandes reservas que podem ser acessadas sem maiores custos.
Para se ter uma idéia, 40% da área urbana de Feijó é composta de buritizais, dado que consta do relato de recente viagem feita por pesquisadores do Parque Zoobotânico da Ufac e do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa) desde Rio Branco até Cruzeiro do Sul. A viagem serviu para mapear os buritizais acessíveis, próximos da BR 364.
"Creio tratar-se de uma área de 5 mil mil hectares de buriti ao longo da rodovia", estimou José Ribamar Bandeira, técnico do Inpa.
Theodore Parker, americano especialista em pássaros, sobrevoou a região do Juruá na década de 1990 e ficou impressionado com a quantidade de buritizais avistados.
Chegou a afirmar que, no mundo, aquela reserva só era menor que a de Iquitos, no Peru, região que conhecia bem devido à pesquisa ornitológica.
Fonte: A Tribuna - Acre
Óleo da palmeira pode ser obtido em larga escala para produção do biodiesel
Os cientistas se enganaram. Os buritizais do Acre ocupam área bem maior que imaginavam e, por isso, a palmeira passou para o topo da lista das espécies que mais podem garantir, nesta região, a produção e o abastecimento de biodiesel, o combustível vegetal que aos poucos substituirá o de origem fóssil.
Há três anos, no início do Estudo do Potencial do Buriti para Biodiesel, realizado por uma parceria entre governo do Estado, Universidade Federal do Acre (Ufac) e Eletronorte, os pesquisadores acreditavam que numa eventual prospecção a quantidade de óleo seria suficiente apenas para abastecer a indústria coméstica, por exemplo. A situação é outra hoje após constatarem que há grandes reservas que podem ser acessadas sem maiores custos.
Para se ter uma idéia, 40% da área urbana de Feijó é composta de buritizais, dado que consta do relato de recente viagem feita por pesquisadores do Parque Zoobotânico da Ufac e do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa) desde Rio Branco até Cruzeiro do Sul. A viagem serviu para mapear os buritizais acessíveis, próximos da BR 364.
"Creio tratar-se de uma área de 5 mil mil hectares de buriti ao longo da rodovia", estimou José Ribamar Bandeira, técnico do Inpa.
Theodore Parker, americano especialista em pássaros, sobrevoou a região do Juruá na década de 1990 e ficou impressionado com a quantidade de buritizais avistados.
Chegou a afirmar que, no mundo, aquela reserva só era menor que a de Iquitos, no Peru, região que conhecia bem devido à pesquisa ornitológica.
Fonte: A Tribuna - Acre