A partir de agora o plantio de crambe com sementes produzidas pela fundação fica autorizado em todo o território brasileiro.
A partir de agora o plantio de crambe com sementes produzidas pela fundação fica autorizado em todo o território brasileiro.
A Fundação MS, de Maracaju (MS), obteve neste mês o registro da cultivar “FMS BRILHANTE” no RENASEM (Registro Nacional de Sementes e Mudas), órgão do Ministério da Agricultura responsável pelo registro de cultivares e mudas.
A partir de agora o plantio de crambe com sementes produzidas pela fundação fica autorizado em todo o território brasileiro. Em uma segunda etapa empresas produtoras de sementes também poderão produzir e vender sementes desde que cumpridas as questões legais de direitos sobre a cultivar com a Fundação MS.
Segundo o engenheiro agrônomo Carlos Pitol, responsável pelas pesquisas do crambe na Fundação MS, a produtividade neste ano nos campos experimentais da fundação foram de 1.400 quilos por hectare. Já na região de Caarapó, a 60 quilômetros de Dourados, os experimentos da empresa Agrenco Bioenergia com o crambe alcançaram 800 quilos por hectare. Outros experimentos nos municípios de Eldorado e Navirai, também no Mato Grosso do Sul, a produtividade alcançada foi de 1.300 quilos por hectare.
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Nessas regiões, o crambe é plantado após a colheita de milho ou de soja, nos meses de março e abril. A cultura precisa de boa umidade no solo para germinar e começa a florescer 35 dias depois de plantada, sendo muito resistente à seca após seu estabelecimento. Outra característica da planta é sua maturação uniforme e total com 95 dias. Todo o trabalho do plantio à colheita é mecanizado com a utilização das mesmas máquinas utilizadas na lavoura de soja com pequenas adaptações.
O crambe tem entre 26% e 38% de óleo no grão. Em testes de extração mecânica efetuado pela fundação foram extraídos 25% de óleo, ou seja, em cada 100 quilos de grãos obteve-se 25 quilos de óleo. O crambe é uma crucífera de inverno tolerante a geadas e pertence a mesma família do nabo forrageiro, da mostarda e da colza.
A Agrenco Bioenergia de Caarapó, segundo o agrônomo Carlos Pitol, vai incentivar e garantir em contratos a compra de toda a produção de crambe na próxima safra de 2008. A empresa está construindo uma usina de biodiesel no município de Caarapó (MS).

Redação BiodieselBR.com
A Fundação MS, de Maracaju (MS), obteve neste mês o registro da cultivar “FMS BRILHANTE” no RENASEM (Registro Nacional de Sementes e Mudas), órgão do Ministério da Agricultura responsável pelo registro de cultivares e mudas.
A partir de agora o plantio de crambe com sementes produzidas pela fundação fica autorizado em todo o território brasileiro. Em uma segunda etapa empresas produtoras de sementes também poderão produzir e vender sementes desde que cumpridas as questões legais de direitos sobre a cultivar com a Fundação MS.
Segundo o engenheiro agrônomo Carlos Pitol, responsável pelas pesquisas do crambe na Fundação MS, a produtividade neste ano nos campos experimentais da fundação foram de 1.400 quilos por hectare. Já na região de Caarapó, a 60 quilômetros de Dourados, os experimentos da empresa Agrenco Bioenergia com o crambe alcançaram 800 quilos por hectare. Outros experimentos nos municípios de Eldorado e Navirai, também no Mato Grosso do Sul, a produtividade alcançada foi de 1.300 quilos por hectare.
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Nessas regiões, o crambe é plantado após a colheita de milho ou de soja, nos meses de março e abril. A cultura precisa de boa umidade no solo para germinar e começa a florescer 35 dias depois de plantada, sendo muito resistente à seca após seu estabelecimento. Outra característica da planta é sua maturação uniforme e total com 95 dias. Todo o trabalho do plantio à colheita é mecanizado com a utilização das mesmas máquinas utilizadas na lavoura de soja com pequenas adaptações.
O crambe tem entre 26% e 38% de óleo no grão. Em testes de extração mecânica efetuado pela fundação foram extraídos 25% de óleo, ou seja, em cada 100 quilos de grãos obteve-se 25 quilos de óleo. O crambe é uma crucífera de inverno tolerante a geadas e pertence a mesma família do nabo forrageiro, da mostarda e da colza.
A Agrenco Bioenergia de Caarapó, segundo o agrônomo Carlos Pitol, vai incentivar e garantir em contratos a compra de toda a produção de crambe na próxima safra de 2008. A empresa está construindo uma usina de biodiesel no município de Caarapó (MS).

Redação BiodieselBR.com
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Crambe