O analista do Ministério da Ciência e Tecnologia, Antonio René Iturra, considerou muito tímida a proposta do governo brasileiro de utilizar 2% de mistura de biodiesel a partir de 2008 em toda a matriz de combustível no Brasil, embora ela seja importante. Ele participa de audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável sobre o Projeto de Lei 3960/04, do deputado Enéas (Prona-SP), que determina a substituição de combustíveis derivados de petróleo por biocombustíveis.
Iturra disse que na União Européia a proposta é de 2% já para este ano. Ele destacou que, apesar de todas as limitações de produção e do custo maior, os países europeus têm metas muito mais corajosas que o Brasil.
Segundo ele, não existe país no mundo capaz de competir em termos de plantio de lavoura com o Brasil, que ele classifica como centro mundial da fotossíntese. Iturra criticou a interrupção do programa de substituição de combustíveis no País e disse que, em cinco anos, o Brasil tem condições de se tornar o maior produtor mundial de combustíveis vegetais e, conseqüentemente, o maior exportador.
No entanto, ele ressaltou que a participação brasileira na substituição de combustíveis no mundo ainda é muito pequena. Iturra afirmou que os Estados Unidos, que ocupam a liderança mundial no setor, fabricam álcool a partir do milho, grão que tem eficiência muito menor do que as opções brasileiras, por causa do clima tropical. Ele disse ainda que o custo da produção norte-americana equivale ao dobro do que o Brasil tem com a utilização de cana-de-açúcar.
Iturra disse que na União Européia a proposta é de 2% já para este ano. Ele destacou que, apesar de todas as limitações de produção e do custo maior, os países europeus têm metas muito mais corajosas que o Brasil.
Segundo ele, não existe país no mundo capaz de competir em termos de plantio de lavoura com o Brasil, que ele classifica como centro mundial da fotossíntese. Iturra criticou a interrupção do programa de substituição de combustíveis no País e disse que, em cinco anos, o Brasil tem condições de se tornar o maior produtor mundial de combustíveis vegetais e, conseqüentemente, o maior exportador.
No entanto, ele ressaltou que a participação brasileira na substituição de combustíveis no mundo ainda é muito pequena. Iturra afirmou que os Estados Unidos, que ocupam a liderança mundial no setor, fabricam álcool a partir do milho, grão que tem eficiência muito menor do que as opções brasileiras, por causa do clima tropical. Ele disse ainda que o custo da produção norte-americana equivale ao dobro do que o Brasil tem com a utilização de cana-de-açúcar.