Em Belo Horizonte (MG), funcionam os dois primeiros postos de combustível com a mistura B2, ou seja, 2% de biodiesel misturado a 98% de diesel convencional. De acordo com o gerente de Operações de Bases, da rede Ale de combustíveis, Carlos Augusto de Carvalho, hoje ainda não há problemas para atender à demanda pelo produto.
’Vendemos cerca de 2 mil litros/mês de biodiesel’, comenta. Para o futuro, porém, Cavalho acredita que a oferta de matéria-prima possa ficar aquém das necessidades. ’Pode-se fazer biodiesel de praticamente toda oleaginosa, por isso acreditamos que, no futuro, o combustível seja um blend de diversas matérias-primas.’ A expansão do biodiesel, segundo ele, faz parte da estratégia da empresa. ’Temos certeza de que, para os próximos cinco anos, o crescimento será enorme’, avalia. Carvalho, entretanto, acredita que incentivos sejam necessários para tornar viável a produção. ’Nesse ritmo é provável que a meta obrigatória de 2% de biodiesel na mistura convencional não seja alcançada’, diz.
De acordo com Miguel Dabdoub, da USP, a questão do desenvolvimento do setor, além das questões tributárias, passa pela evolução do preço do petróleo no mercado internacional. ’É uma conta interessante: em 2003, tínhamos a soja cotada em R$ 45 reais a saca e o barril de petróleo a US$ 25. Hoje temos a soja a R$ 25 a saca e o petróleo a US$ 60’, comenta.
Na opinião de Dabdoub, quanto mais alto o valor do petróleo no mercado internacional, mais viável se torna o biodiesel. ’Trata-se de uma fonte de energia renovável que, no futuro será de muita importância para o desenvolvimento estratégico do País’, avalia. ’Temos tudo para sermos os maiores produtores de biodiesel no mundo, basta o programa ser visto com seriedade’, afirma.
’Vendemos cerca de 2 mil litros/mês de biodiesel’, comenta. Para o futuro, porém, Cavalho acredita que a oferta de matéria-prima possa ficar aquém das necessidades. ’Pode-se fazer biodiesel de praticamente toda oleaginosa, por isso acreditamos que, no futuro, o combustível seja um blend de diversas matérias-primas.’ A expansão do biodiesel, segundo ele, faz parte da estratégia da empresa. ’Temos certeza de que, para os próximos cinco anos, o crescimento será enorme’, avalia. Carvalho, entretanto, acredita que incentivos sejam necessários para tornar viável a produção. ’Nesse ritmo é provável que a meta obrigatória de 2% de biodiesel na mistura convencional não seja alcançada’, diz.
De acordo com Miguel Dabdoub, da USP, a questão do desenvolvimento do setor, além das questões tributárias, passa pela evolução do preço do petróleo no mercado internacional. ’É uma conta interessante: em 2003, tínhamos a soja cotada em R$ 45 reais a saca e o barril de petróleo a US$ 25. Hoje temos a soja a R$ 25 a saca e o petróleo a US$ 60’, comenta.
Na opinião de Dabdoub, quanto mais alto o valor do petróleo no mercado internacional, mais viável se torna o biodiesel. ’Trata-se de uma fonte de energia renovável que, no futuro será de muita importância para o desenvolvimento estratégico do País’, avalia. ’Temos tudo para sermos os maiores produtores de biodiesel no mundo, basta o programa ser visto com seriedade’, afirma.