Rio de Janeiro - Para que a Petrobras Distribuidora (BR) alcançe a meta estabelecida de chegar ao mês de julho comercializando óleo diesel (derivado do petróleo) trazendo em sua composição a adição de 2% de biodiesel foi fundamental a parceria estabelecida com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) e com a Transpetro – essa última uma subsidiária da Petrobras voltada para a área de transporte.
Com o Sindicom, foram desenvolvidas as ações necessárias para a adequação das instalações compartilhadas com outras empresas do gênero – o que “elevará significativamente a atuação das congêneres na distribuição de B2”, estima a assessoria de imprensa da estatal.
Já com a Transpetro, a BR estabeleceu outra parceria importante, que teve como objetivo adequar as bases de polidutos para a movimentação do biodiesel, até setembro de 2007.
“Estas parcerias com o Sindicom e a Transpetro propiciarão um incremento nas vendas da ordem de 113 milhões de litros/mês de biodiesel B2”, estimou a companhia.
Na avaliação da BR, a importância estratégica do biodiesel para a subsidiaria se reflete diretamente nas ações da área comercial - onde 85% dos postos de serviços ativos e 85% dos grandes clientes já são atendidos regularmente com o B2.
A BR também vem procurando aumentar a sua presença junto ao chamado mercado consumidor (grandes clientes). Para isso, a companhia vem oferecendo o produto com misturas customizadas, para fins de testes e uso como combustível experimental - sempre com autorização da ANP.
“Por solicitação de clientes devidamente autorizados pela ANP, já estão sendo comercializadas misturas com teores de 5% (B5), 20% (B20) e 30% (B30) de biodiesel adicionado ao diesel convencional”, informa a assessoria.
Ela cita, como exemplo dessa política, o contrato firmado em outubro de 2006 com a Viação Itaim Paulista, para abastecer 1.800 ônibus (cerca de um quarto da frota de coletivos da cidade de São Paulo) com 6 milhões de litros mensais de B30. A expectativa é de ampliação da carteira de clientes, com o fornecimento para outras empresas de transporte urbano, em junho.
Cita ainda como parceiro importante nesse processo a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) com quem, recentemente, conclui acordo que incluiu a venda de cerca de 67 milhões de litros/mês de B2. Está em negociação o fornecimento de biodiesel com outras formulações para a Vale.
A empresa, no entanto, procura esclarecer que, embora esteja em condições de ofertar a seus clientes, em todas as suas unidades operacionais a partir de julho exclusivamente o biodiesel, eles também poderão comprar o óleo diesel tradicional - se assim o desejarem.
Nielmar de Oliveira
Com o Sindicom, foram desenvolvidas as ações necessárias para a adequação das instalações compartilhadas com outras empresas do gênero – o que “elevará significativamente a atuação das congêneres na distribuição de B2”, estima a assessoria de imprensa da estatal.
Já com a Transpetro, a BR estabeleceu outra parceria importante, que teve como objetivo adequar as bases de polidutos para a movimentação do biodiesel, até setembro de 2007.
“Estas parcerias com o Sindicom e a Transpetro propiciarão um incremento nas vendas da ordem de 113 milhões de litros/mês de biodiesel B2”, estimou a companhia.
Na avaliação da BR, a importância estratégica do biodiesel para a subsidiaria se reflete diretamente nas ações da área comercial - onde 85% dos postos de serviços ativos e 85% dos grandes clientes já são atendidos regularmente com o B2.
A BR também vem procurando aumentar a sua presença junto ao chamado mercado consumidor (grandes clientes). Para isso, a companhia vem oferecendo o produto com misturas customizadas, para fins de testes e uso como combustível experimental - sempre com autorização da ANP.
“Por solicitação de clientes devidamente autorizados pela ANP, já estão sendo comercializadas misturas com teores de 5% (B5), 20% (B20) e 30% (B30) de biodiesel adicionado ao diesel convencional”, informa a assessoria.
Ela cita, como exemplo dessa política, o contrato firmado em outubro de 2006 com a Viação Itaim Paulista, para abastecer 1.800 ônibus (cerca de um quarto da frota de coletivos da cidade de São Paulo) com 6 milhões de litros mensais de B30. A expectativa é de ampliação da carteira de clientes, com o fornecimento para outras empresas de transporte urbano, em junho.
Cita ainda como parceiro importante nesse processo a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) com quem, recentemente, conclui acordo que incluiu a venda de cerca de 67 milhões de litros/mês de B2. Está em negociação o fornecimento de biodiesel com outras formulações para a Vale.
A empresa, no entanto, procura esclarecer que, embora esteja em condições de ofertar a seus clientes, em todas as suas unidades operacionais a partir de julho exclusivamente o biodiesel, eles também poderão comprar o óleo diesel tradicional - se assim o desejarem.
Nielmar de Oliveira