Os terceiro e quarto leilões de biodiesel da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atingiram deságios maiores do que os dois anteriores devido à maior oferta, informou o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, nesta quarta-feira.
Assim como nos primeiros leilões, a Petrobras foi a maior compradora, com 93 por cento do total, e o restante ficou com a Refinaria Alberto Pasqualini, que é controlada pela estatal.
No 3o leilão, no qual participaram empresas registradas na ANP que já estão produzindo, foram vendidos 50 milhões de litros a um preço médio de 1,75 real por litro, deságio de 7,93 por cento sobre o preço inicial de 1,90 real por litro.
O quarto leilão colocou à venda 550 milhões de litros e conseguiu deságio de 8,29 por cento sobre o preço inicial de 1,90 real, saindo ao preço de 1,74 real o litro.
As entregas terão que ser feitas de 1o. de janeiro a 31 de dezembro de 2007. A maior vendedora foi a Brasil Biodiesel, empresa que possui cinco usinas do combustível no Nordeste brasileiro, responsável por 80 por cento das vendas no terceiro leilão e 70 por cento no quarto leilão.
Para o diretor-geral da ANP, a oferta superou as expectativas da agência e por isso o deságio foi maior do que nos primeiros leilões.
"Foram apresentados 900 milhões e tantos de litros, por isso o deságio teve uma influência bastante grande", disse Lima à Reuters.
Ele lembrou que no final do ano passado, no primeiro leilão, foram vendidos 70 milhões de litros de biodiesel com deságio de apenas 0,5 por cento, mesmo percentual do segundo leilão, quando foram vendidos mais 170 milhões de litros.
Ao todo, os quatro leilões venderam 840 milhões de litros de biodiesel, 40 milhões a mais do que o cálculo inicial da oferta necessária para 2007.
A partir de janeiro de 2007, o diesel terá que ter adição de 2 por cento de biodiesel. Lima destacou no entanto, que já em 2006 a procura pelo combustível já é uma realidade:
"Achamos que vai ser necessário realizar mais leilões, porque muito desse biodiesel vai ser consumido em 2006", antecipou, sem no entanto arriscar uma nova data.
Ele explicou que a ANP continuará realizando leilões até a consolidação do mercado.
"O leilão é um processo de incentivar o mercado, quando o mercado estiver incentivado suficientemente para ter oferta sem leilão a gente deixa de fazer", explicou.
Assim como nos primeiros leilões, a Petrobras foi a maior compradora, com 93 por cento do total, e o restante ficou com a Refinaria Alberto Pasqualini, que é controlada pela estatal.
No 3o leilão, no qual participaram empresas registradas na ANP que já estão produzindo, foram vendidos 50 milhões de litros a um preço médio de 1,75 real por litro, deságio de 7,93 por cento sobre o preço inicial de 1,90 real por litro.
O quarto leilão colocou à venda 550 milhões de litros e conseguiu deságio de 8,29 por cento sobre o preço inicial de 1,90 real, saindo ao preço de 1,74 real o litro.
As entregas terão que ser feitas de 1o. de janeiro a 31 de dezembro de 2007. A maior vendedora foi a Brasil Biodiesel, empresa que possui cinco usinas do combustível no Nordeste brasileiro, responsável por 80 por cento das vendas no terceiro leilão e 70 por cento no quarto leilão.
Para o diretor-geral da ANP, a oferta superou as expectativas da agência e por isso o deságio foi maior do que nos primeiros leilões.
"Foram apresentados 900 milhões e tantos de litros, por isso o deságio teve uma influência bastante grande", disse Lima à Reuters.
Ele lembrou que no final do ano passado, no primeiro leilão, foram vendidos 70 milhões de litros de biodiesel com deságio de apenas 0,5 por cento, mesmo percentual do segundo leilão, quando foram vendidos mais 170 milhões de litros.
Ao todo, os quatro leilões venderam 840 milhões de litros de biodiesel, 40 milhões a mais do que o cálculo inicial da oferta necessária para 2007.
A partir de janeiro de 2007, o diesel terá que ter adição de 2 por cento de biodiesel. Lima destacou no entanto, que já em 2006 a procura pelo combustível já é uma realidade:
"Achamos que vai ser necessário realizar mais leilões, porque muito desse biodiesel vai ser consumido em 2006", antecipou, sem no entanto arriscar uma nova data.
Ele explicou que a ANP continuará realizando leilões até a consolidação do mercado.
"O leilão é um processo de incentivar o mercado, quando o mercado estiver incentivado suficientemente para ter oferta sem leilão a gente deixa de fazer", explicou.
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