Em artigo escrito para o jornal africano Accra Daily Mail, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a adoção do programa de biocombustível como estratégia para o desenvovimento sustentável de países pobres e como alternativa para reduzir o aquecimento global, proposta que deverá apresentar durante a Conferência sobre Biocombustíveis que o Brasil está organizando para 2008.
No artigo Lula, destacou que a aliança entre Brasil e a África poderia ser estreitada com o desenvolvimento da política para biocombustível.
O presidente enfatizou que ao emprego do álcool e do biocombustível tem trazido benefícios sociais, econômicos e ambientais para o Brasil. Como exemplo, ele citou a possibilidade de reduzir o consumo e importação de combustíveis fósseis em 40%. Além disso, o País tem diminuído, desde de 2003, a emissão de dióxidos de carbono em 120 milhões de toneladas.
O presidente combateu as críticas de que a produção de biocombustíveis poderia afetar a produção de alimentos, enfatizando que a indústria de etanol tem gerado 1,5 milhão de empregos diretos e 4,5 milhões indiretos. O programa de biodiesel , também criou mais de 250 mil empregos em sua primeira fase, especialmente em pequenas propriedades nas áreas do Semi-Árido, contribuindo para a geração de renda e para a fixação das pessoas na terra. 'É importante destacar que a produção de biocombustível não ameaça a segurança alimentar, porque afeta somente 2% de nossa terras agricultáveis. Além disso, a geração de renda poderá ser usada para comprar comida e ajudar a combater a fome', afirmou.
Lula destacou que a expansão da cana-de açúcar também ajuda na utilização de terras do pasto que tinham pouco potencial para a agricultura, e que os biocombustíveis oferecem uma alternativa para o desenvolvimento sustentável, principalmente para países que dependem da exportação de recursos naturais escassos.
Ao mesmo tempo, o emprego do etanol e biodiesel poderiam abrir novas estratégias de devolvimento, especialmente na indústria bio-química, como alternativa social, econômica e tecnológica para países econômicamente pobres, mas rico em recursos.
Ele afirma que a política de adoção de fontes renováveis de energia deve fazer parte de uma estratégia global para preservar o ambiente. 'Acordos como assinado por Brasil e Estados Unidos, e que estão sendo negociados agora com países europeus, possibilitariam a criação de projetos para a América Central, Caribe e África, combinando a tecnologia brasileira com o clima e solo favoráveis dessas regiões', ressalta.
O governo brasileiro e a classe empresarial já estão oferecendo cooperação técnica bilateral na produção de biocombustíveis em Moçambique, com a união da tecnologia brasileira e financiamento britânico. 'Esta fórmula poderia ser adaptada para a região da África sub-Saariana, ajudando países pobres a combinar crescimento econômico com inclusão social e preservação do meio ambiente', afirma.
O presidente também ressaltou que isso só seria possível se os países ricos abrirem seus mercados aos mais pobres e eliminarem os subsídios agrícolas e barreiras à importação de biocombustíveis.
No artigo Lula, destacou que a aliança entre Brasil e a África poderia ser estreitada com o desenvolvimento da política para biocombustível.
O presidente enfatizou que ao emprego do álcool e do biocombustível tem trazido benefícios sociais, econômicos e ambientais para o Brasil. Como exemplo, ele citou a possibilidade de reduzir o consumo e importação de combustíveis fósseis em 40%. Além disso, o País tem diminuído, desde de 2003, a emissão de dióxidos de carbono em 120 milhões de toneladas.
O presidente combateu as críticas de que a produção de biocombustíveis poderia afetar a produção de alimentos, enfatizando que a indústria de etanol tem gerado 1,5 milhão de empregos diretos e 4,5 milhões indiretos. O programa de biodiesel , também criou mais de 250 mil empregos em sua primeira fase, especialmente em pequenas propriedades nas áreas do Semi-Árido, contribuindo para a geração de renda e para a fixação das pessoas na terra. 'É importante destacar que a produção de biocombustível não ameaça a segurança alimentar, porque afeta somente 2% de nossa terras agricultáveis. Além disso, a geração de renda poderá ser usada para comprar comida e ajudar a combater a fome', afirmou.
Lula destacou que a expansão da cana-de açúcar também ajuda na utilização de terras do pasto que tinham pouco potencial para a agricultura, e que os biocombustíveis oferecem uma alternativa para o desenvolvimento sustentável, principalmente para países que dependem da exportação de recursos naturais escassos.
Ao mesmo tempo, o emprego do etanol e biodiesel poderiam abrir novas estratégias de devolvimento, especialmente na indústria bio-química, como alternativa social, econômica e tecnológica para países econômicamente pobres, mas rico em recursos.
Ele afirma que a política de adoção de fontes renováveis de energia deve fazer parte de uma estratégia global para preservar o ambiente. 'Acordos como assinado por Brasil e Estados Unidos, e que estão sendo negociados agora com países europeus, possibilitariam a criação de projetos para a América Central, Caribe e África, combinando a tecnologia brasileira com o clima e solo favoráveis dessas regiões', ressalta.
O governo brasileiro e a classe empresarial já estão oferecendo cooperação técnica bilateral na produção de biocombustíveis em Moçambique, com a união da tecnologia brasileira e financiamento britânico. 'Esta fórmula poderia ser adaptada para a região da África sub-Saariana, ajudando países pobres a combinar crescimento econômico com inclusão social e preservação do meio ambiente', afirma.
O presidente também ressaltou que isso só seria possível se os países ricos abrirem seus mercados aos mais pobres e eliminarem os subsídios agrícolas e barreiras à importação de biocombustíveis.