A passagem do furacão Katrina pelo golfo do México e sua entrada pelo sul dos EUA provocaram imensa volatilidade no mercado, e as principais Bolsas do país oscilaram de forte queda a uma recuperação moderada ontem, à medida que a tempestade perdia força e eram divulgadas as primeiras notícias de que o impacto não foi tão grande quanto o previsto.
Por conta da extração e da presença de refinarias na região, o barril do petróleo atingiu o recorde de US$ 70,80, mas fechou o dia a US$ 67,20, pouco atrás do pico histórico de fechamento, na semana passada, de US$ 67,49.
Como ainda não há informações consistentes sobre o total dos estragos, o presidente George W. Bush anunciou que estuda usar a reserva estratégica de petróleo, caso as refinarias não consigam receber óleo cru nos próximos dias. A Agência Internacional de Energia disse que pode oferecer reservas da Europa aos EUA.
Apesar do impacto nas ações de empresas de seguro e resseguro, o dia em Wall Street terminou tranqüilo, com base especialmente em relatórios preliminares de danos indicando que refinarias, oleodutos, portos e plataformas de extração mantiveram-se firmes na passagem do furacão. O índice Dow Jones terminou em alta de 0,63%; o Nasdaq, de 0,80%.
Além do petróleo, a cotação do gás natural também subiu ontem (23%) por conta do furacão. Nesse caso, o mercado atua por contaminação, presumindo que o aumento do preço do petróleo causará migração para o uso de gás.
A área do golfo do México é responsável por 2 milhões de barris de petróleo diariamente, ou 35% da produção americana. A Casa Branca divulgou ontem que pode usar até 700 milhões de barris de suas reservas se necessário. Em 2004, a passagem do furacão Ivan pela Flórida custou 5,4 milhões de barris ao estoque do governo.
No caso da Louisiana, o problema é pior por conta dos portos no Estado, por onde entra cerca de 11% do petróleo consumido nos EUA. Por isso a volatilidade.
Relatórios preliminares da Guarda Costeira indicavam que algumas plataformas estavam à deriva no golfo do México.
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou ontem que deve elevar em 11 milhões de barris a produção diária, ao dizer que tomava a decisão em resposta a Katrina. A elevação do preço do barril, porém, se deve muito mais às pressões de demanda de mercados asiáticos, como China e Índia, e à capacidade de refino insuficiente do que a problemas de oferta.
Até o início da noite de ontem, ao menos nove refinarias haviam interrompido o funcionamento na área atingida pelo furacão, as quais representam 12% da capacidade americana. Não há previsão de quando o trabalhos voltarão.
Por conta da extração e da presença de refinarias na região, o barril do petróleo atingiu o recorde de US$ 70,80, mas fechou o dia a US$ 67,20, pouco atrás do pico histórico de fechamento, na semana passada, de US$ 67,49.
Como ainda não há informações consistentes sobre o total dos estragos, o presidente George W. Bush anunciou que estuda usar a reserva estratégica de petróleo, caso as refinarias não consigam receber óleo cru nos próximos dias. A Agência Internacional de Energia disse que pode oferecer reservas da Europa aos EUA.
Apesar do impacto nas ações de empresas de seguro e resseguro, o dia em Wall Street terminou tranqüilo, com base especialmente em relatórios preliminares de danos indicando que refinarias, oleodutos, portos e plataformas de extração mantiveram-se firmes na passagem do furacão. O índice Dow Jones terminou em alta de 0,63%; o Nasdaq, de 0,80%.
Além do petróleo, a cotação do gás natural também subiu ontem (23%) por conta do furacão. Nesse caso, o mercado atua por contaminação, presumindo que o aumento do preço do petróleo causará migração para o uso de gás.
A área do golfo do México é responsável por 2 milhões de barris de petróleo diariamente, ou 35% da produção americana. A Casa Branca divulgou ontem que pode usar até 700 milhões de barris de suas reservas se necessário. Em 2004, a passagem do furacão Ivan pela Flórida custou 5,4 milhões de barris ao estoque do governo.
No caso da Louisiana, o problema é pior por conta dos portos no Estado, por onde entra cerca de 11% do petróleo consumido nos EUA. Por isso a volatilidade.
Relatórios preliminares da Guarda Costeira indicavam que algumas plataformas estavam à deriva no golfo do México.
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou ontem que deve elevar em 11 milhões de barris a produção diária, ao dizer que tomava a decisão em resposta a Katrina. A elevação do preço do barril, porém, se deve muito mais às pressões de demanda de mercados asiáticos, como China e Índia, e à capacidade de refino insuficiente do que a problemas de oferta.
Até o início da noite de ontem, ao menos nove refinarias haviam interrompido o funcionamento na área atingida pelo furacão, as quais representam 12% da capacidade americana. Não há previsão de quando o trabalhos voltarão.