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Ex-deputado de Portugal compara Brasil com a "Arábia Saudita do biodiesel"

O ex-deputado federal de Portugal, engenheiro agrônomo Fernando Manuel Lopes Penha Pereira, participou ontem (9 de junho) da Assembléia Ordinária da diretoria da UDOP onde palestrou sobre a utilização de biocombustível (biodisel) na União Européia (UE) e as perspectivas de crescimento do setor em todo o mundo. Em sua palestra, Pereira argumentou que “o Brasil é a Arábia Saudita do biodiesel”, numa alusão ao país ser um grande potencial de produção do biodiesel, assim como a Arábia é em termos de petróleo.
Agência UDOP de Notícias - Rogério Mian 2 min de leitura
O ex-deputado federal de Portugal, engenheiro agrônomo Fernando Manuel Lopes Penha Pereira, participou ontem (9 de junho) da Assembléia Ordinária da diretoria da UDOP onde palestrou sobre a utilização de biocombustível (biodisel) na União Européia (UE) e as perspectivas de crescimento do setor em todo o mundo. Em sua palestra, Pereira argumentou que “o Brasil é a Arábia Saudita do biodiesel”, numa alusão ao país ser um grande potencial de produção do biodiesel, assim como a Arábia é em termos de petróleo.

Pereira destacou em suas palavras que o ritmo da utilização de biocombustíveis na UE é ainda lento. “Mas estou perfeitamente convencido que este é um setor que vai crescer muito rapidamente, aliás, começa a haver uma organização muito forte em termos de junção de várias instituições interessadas na matéria, ou seja, o setor agrícola, o setor industrial, o setor de transporte, sindical, todos estão se voltando e mostrando um interesse muito grande no setor do biodiesel”, salientou o ex-deputado.

Segundo Pereira, vários membros que compõem a UE estão apostando e acreditando no desenvolvimento do biodiesel. “A UE aprovou uma resolução segundo a qual todos os membros passarão a ter que utilizar ainda em 2005 cerca de 2% de biodiesel misturado com o diesel fóssil, e que até 2010, essa porcentagem aumente até 5%”, destacou o ex-deputado, declarando que essa resolução garantirá o crescimento do setor, na Europa e em todo o mundo.
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