O balanço do 23º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, realizado em Fortaleza no período de 3 a 5 de julho, foi divulgado ontem pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). A ata foi elaborada pela Comissão Brasil-Alemanha de Cooperação Econômica ainda durante o evento, que atraiu cerca de US$ 1 bilhão em investimentos alemães para o País .
De acordo com o documento, ambos os lados enfatizaram no encontro o compromisso de implementar reformas em busca da eficiência e da competitividade das duas economias. A ata cita também os esforços tanto do Governo brasileiro quanto alemão para combater a burocracia, que prejudica principalmente as pequenas e médias empresas. No evento, os bons fundamentos da economia brasileira foram ressaltados em meio a conferências e workshops.
Para Jorge Parente, presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), entidade que juntamente com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), trouxe o encontro para o Ceará, o evento foi importante para mostrar o Nordeste a mais de 300 empresários alemães. ''Os alemães viram a realidade do Nordeste.
Puderam constatar que há uma potencialidade de negócios para se desenvolver. Serviu para abrir novas fronteiras'', diz. Parente ressaltou potenciais de negócios em setores como o turismo, o agronegócio e energias renováveis (eólica e biodiesel). Áreas que a ata também enfatiza como importantes pontos de comércio entre Brasil e Alemanha. O documento ressalta o avanço do comércio entre os dois países de janeiro a maio, em que as exportações do Brasil para Alemanha já alcançam quase meio bilhão de dólares.
De acordo com o documento, ambos os lados enfatizaram no encontro o compromisso de implementar reformas em busca da eficiência e da competitividade das duas economias. A ata cita também os esforços tanto do Governo brasileiro quanto alemão para combater a burocracia, que prejudica principalmente as pequenas e médias empresas. No evento, os bons fundamentos da economia brasileira foram ressaltados em meio a conferências e workshops.
Para Jorge Parente, presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), entidade que juntamente com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), trouxe o encontro para o Ceará, o evento foi importante para mostrar o Nordeste a mais de 300 empresários alemães. ''Os alemães viram a realidade do Nordeste.
Puderam constatar que há uma potencialidade de negócios para se desenvolver. Serviu para abrir novas fronteiras'', diz. Parente ressaltou potenciais de negócios em setores como o turismo, o agronegócio e energias renováveis (eólica e biodiesel). Áreas que a ata também enfatiza como importantes pontos de comércio entre Brasil e Alemanha. O documento ressalta o avanço do comércio entre os dois países de janeiro a maio, em que as exportações do Brasil para Alemanha já alcançam quase meio bilhão de dólares.