Foi realizado pela Fundação MS (Maracaju) em parceria com o Ministério da Agricultura e Secretaria Estadual da Produção e do Turismo (Seprotur), em Japorã, na semana passada, o "Dia de Campo de Culturas de Inverno para Produção de Biodiesel".
O evento aconteceu no Sítio Gaúcho. Dezenas de pequenos produtores acompanharam as estações que foram apresentadas com o cultivo experimental do crambe, da canola, do girassol e do nabo forrageiro. Entre estas culturas a que chamou mais a atenção foi o crambe, cultura de inverno, altamente resistente à seca, que após o seu estabelecimento é tolerante à geada, e é de ciclo curto (de 85 a 90 dias).
Os resultados de produtividade obtidos na safra 2006 pela Fundação MS confirmam os resultados anteriores, nos quais houve variação de 1 mil a 1,5 mil quilos/hectare, podendo chegar próximo de 2 mil quilos/hectare, em perfeita condição de fertilidade do solo.
O crambe, que foi avaliado por muitos anos como cultura para cobertura do solo, tem boas possibilidades de ser uma cultura voltada à produção de biodiesel. É altamente rústica, com baixo custo de produção, com semelhanças ao nabo forrageiro e aveia preta.
O custo de produção é variável e se resume basicamente à semente (12 a 15 quilos por hectare), com dessecação, operação de plantio, operação de colheita e transporte, com variação do total entre R$ 200 R$ 300 por hectare. O teor de óleo citado pela literatura varia de 26 a 38%. O resultado da extração com solvente, realizado no local, levou à constatação de que o produto chegou a apresentar até 38% de óleo.
Em testes feitos com extração através de esmagamento por prensas, chegou-se à extração de 25 litros de óleo em 100 quilos de grãos (250 litros de óleo por tonelada). Vários testes também mostraram a boa aptidão para produção de biodiesel, conforme explicaram os técnicos da Fundação MS. O plantio da cultura vai de abril a maio.
A partir de dezembro deste ano, a Fundação MS vai comercializar as sementes de crambe e também vai apresentar em estações de experimento novos resultados para os produtores interessados.
O evento aconteceu no Sítio Gaúcho. Dezenas de pequenos produtores acompanharam as estações que foram apresentadas com o cultivo experimental do crambe, da canola, do girassol e do nabo forrageiro. Entre estas culturas a que chamou mais a atenção foi o crambe, cultura de inverno, altamente resistente à seca, que após o seu estabelecimento é tolerante à geada, e é de ciclo curto (de 85 a 90 dias).
Os resultados de produtividade obtidos na safra 2006 pela Fundação MS confirmam os resultados anteriores, nos quais houve variação de 1 mil a 1,5 mil quilos/hectare, podendo chegar próximo de 2 mil quilos/hectare, em perfeita condição de fertilidade do solo.
O crambe, que foi avaliado por muitos anos como cultura para cobertura do solo, tem boas possibilidades de ser uma cultura voltada à produção de biodiesel. É altamente rústica, com baixo custo de produção, com semelhanças ao nabo forrageiro e aveia preta.
O custo de produção é variável e se resume basicamente à semente (12 a 15 quilos por hectare), com dessecação, operação de plantio, operação de colheita e transporte, com variação do total entre R$ 200 R$ 300 por hectare. O teor de óleo citado pela literatura varia de 26 a 38%. O resultado da extração com solvente, realizado no local, levou à constatação de que o produto chegou a apresentar até 38% de óleo.
Em testes feitos com extração através de esmagamento por prensas, chegou-se à extração de 25 litros de óleo em 100 quilos de grãos (250 litros de óleo por tonelada). Vários testes também mostraram a boa aptidão para produção de biodiesel, conforme explicaram os técnicos da Fundação MS. O plantio da cultura vai de abril a maio.
A partir de dezembro deste ano, a Fundação MS vai comercializar as sementes de crambe e também vai apresentar em estações de experimento novos resultados para os produtores interessados.