O cultivo de oleaginosas para produção de biodiesel vem se concretizando como uma atividade de grande rentabilidade para a agricultura familiar. No Estado, mais de mil famílias estão conseguindo obter renda através da atividade. Estas famílias comercializam a produção com empresas produtoras de biodiesel, interessadas na obtenção do Selo Combustível Social (programa que concede benefícios fiscais a indústrias que adquirirem produtos da agricultura familiar).
Para José Antônio Roldão, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), o investimento na atividade é visto como prioridade. “Este tipo de parceria é atualmente um dos melhores caminhos para se promover o desenvolvimento dos assentamentos, obtenção de renda por parte dos pequenos produtores e fixação das famílias no campo”. Segundo o diretor-presidente, a Agraer vem sendo procurada por empresas interessadas em realizar este tipo de parceria e estuda a possibilidade de concretizá-la. “Pretendemos fazer reuniões com associações de produtores para verificar se há interesse pela atividade. Uma vez constatado este interesse, procuraremos as empresas e dentro do possível, viabilizaremos estas parcerias”, ressalta.
Para iniciar a atividade, as empresas repassam sementes aos agricultores. Em alguns casos pode haver também, por parte das empresas, garantia de seguro agrícola para a produção e custeio da assistência técnica.
De acordo com o engenheiro agrônomo e técnico da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério de Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Fernando Mota, quase não existe risco neste tipo de parceria, por se tratar de um acordo que envolve benefícios para ambas as partes. "Lucram os agricultores com a obtenção de renda e lucram as empresas com a obtenção do selo social", diz.
O assunto será discutido hoje (25) em uma reunião entre representantes de movimentos sociais, técnicos do Incra e da Agraer. O evento acontece a partir das 14h00, na Superintendência de Agricultura Familiar (SFA/MS).
Para José Antônio Roldão, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), o investimento na atividade é visto como prioridade. “Este tipo de parceria é atualmente um dos melhores caminhos para se promover o desenvolvimento dos assentamentos, obtenção de renda por parte dos pequenos produtores e fixação das famílias no campo”. Segundo o diretor-presidente, a Agraer vem sendo procurada por empresas interessadas em realizar este tipo de parceria e estuda a possibilidade de concretizá-la. “Pretendemos fazer reuniões com associações de produtores para verificar se há interesse pela atividade. Uma vez constatado este interesse, procuraremos as empresas e dentro do possível, viabilizaremos estas parcerias”, ressalta.
Para iniciar a atividade, as empresas repassam sementes aos agricultores. Em alguns casos pode haver também, por parte das empresas, garantia de seguro agrícola para a produção e custeio da assistência técnica.
De acordo com o engenheiro agrônomo e técnico da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério de Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Fernando Mota, quase não existe risco neste tipo de parceria, por se tratar de um acordo que envolve benefícios para ambas as partes. "Lucram os agricultores com a obtenção de renda e lucram as empresas com a obtenção do selo social", diz.
O assunto será discutido hoje (25) em uma reunião entre representantes de movimentos sociais, técnicos do Incra e da Agraer. O evento acontece a partir das 14h00, na Superintendência de Agricultura Familiar (SFA/MS).