O novo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, descartou o aumento de preços dos combustíveis a curto prazo. Reconhece que o mercado vive momento de grande volatilidade, mas esclarece que, após subir até US$ 60 o barril, o petróleo recuou esta semana para US$ 57. Mas tem certeza que o desempenho da empresa este ano será melhor do que o registrado em 2004. A produção média deve girar em torno de 1,7 milhão de barris diários este ano. A nova direção assume no momento em que o Brasil acaba de assinar contrato para exportar 12 milhões de barris de óleo à estatal chinesa Sinochem International Oil Company. É um novo caminho que se abre para sustentar o atual projeto de inversões da empresa. Todos acreditam que, se não surgirem novas turbulências no complicado negócio do petróleo, Gabrielli pode ficar na história como o presidente responsável pela conquista da auto-suficiência, prevista para 2006.
Maior produtor de álcool carburante do mundo – cerca de 16 bilhões de litros por ano –, o Brasil tem tudo para ocupar posição segura no mercado, pois também desenvolve ambicioso programa de produção de biodiesel. Mercado não faltará para combustíveis alternativos. A União Européia (UE) está incentivando o consumo de biocombustíveis e pretende aduzir 2% do biodiesel à gasolina derivada de petróleo, até o fim do ano.
O biodiesel pode ter como base o plantio de espécies vegetais – mamona, girassol, palma e outras, como matéria-prima – em boa parcela dos 130 milhões de hectares de terras ainda disponíveis para plantio. O Brasil está à espera de investidores, que reivindicam regulamentação estável e demais garantias. A escolha de Gabrielli, que teve sua vida acadêmica desenvolvida na Universidade Federal da Bahia (UFBA), é considerada solução conservadora e deverá manter a atual política administrativa da Petrobras, segundo o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).
A demanda mundial deste ano é estimada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 83,6 milhões de barris diários, sendo que o alto preço do óleo tem contribuído para reduzir o consumo. Se não ocorrer modificações do quadro econômico mundial, em 2006, a Opep aguarda demanda mais moderada para o ano que vem, pois calcula que o consumo médio de óleo nos 191 países do planeta será de 85 milhões de barris por dia.
Maior produtor de álcool carburante do mundo – cerca de 16 bilhões de litros por ano –, o Brasil tem tudo para ocupar posição segura no mercado, pois também desenvolve ambicioso programa de produção de biodiesel. Mercado não faltará para combustíveis alternativos. A União Européia (UE) está incentivando o consumo de biocombustíveis e pretende aduzir 2% do biodiesel à gasolina derivada de petróleo, até o fim do ano.
O biodiesel pode ter como base o plantio de espécies vegetais – mamona, girassol, palma e outras, como matéria-prima – em boa parcela dos 130 milhões de hectares de terras ainda disponíveis para plantio. O Brasil está à espera de investidores, que reivindicam regulamentação estável e demais garantias. A escolha de Gabrielli, que teve sua vida acadêmica desenvolvida na Universidade Federal da Bahia (UFBA), é considerada solução conservadora e deverá manter a atual política administrativa da Petrobras, segundo o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).
A demanda mundial deste ano é estimada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 83,6 milhões de barris diários, sendo que o alto preço do óleo tem contribuído para reduzir o consumo. Se não ocorrer modificações do quadro econômico mundial, em 2006, a Opep aguarda demanda mais moderada para o ano que vem, pois calcula que o consumo médio de óleo nos 191 países do planeta será de 85 milhões de barris por dia.