Ponta Grossa (PR) está na briga para entrar diretamente no mercado do biodiesel. Em audiência com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, nessa terça-feira (27-03) em Brasília, o prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB) discutiu a possibilidade de que uma indústria de biodiesel venha a se instalar na cidade. O objetivo é fazer com que o município seja contemplado com uma das quatro unidades que uma empresa italiana está instalando no Brasil.
Wosgrau passou essa terça-feira na capital federal, acompanhado do vice-prefeito Rogério Serman (PFL). Eles percorreram alguns ministérios, apresentando projetos e pleiteando recursos para execução de novas obras. Na audiência com Bernardo foram tratados diversos assuntos, entre eles a possibilidade de instalação da indústria de biodiesel. O governo federal vem intermediando as negociações com a empresa Brasbiofuel, que vai investir na produção do combustível natural.
A empresa vai investir R$ 480 milhões na construção de quatro unidades, sendo que duas estarão instaladas no Paraná. A primeira já está confirmada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A segunda ainda não tem local definido. “Existe a possibilidade de que essa indústria venha para Ponta Grossa, o que seria uma grande conquista”, destacou Wosgrau. Ele acredita que a iniciativa permitiria agregar mais valor aos excedentes da produção de grãos, além de gerar um número “bem razoável” de empregos.
Segundo informações do gabinete do ministério, o governo federal vem intermediando as negociações para instalação das novas usinas de biodiesel. Outros municípios estão pleiteando o investimento, mas o local que vai abrigar a unidade será definido pela empresa responsável. Ainda não há previsão quanto ao anúncio oficial, mas a expectativa é de que isso aconteça nos próximos meses.
A usina de Araucária deverá produzir 360 milhões de litros de biodiesel por ano a partir de janeiro de 2008. Além da segunda unidade paranaense, deverão ser construídas mais duas, possivelmente em Santa Catarina. A meta é que as quatro unidades juntas produzam anualmente 1,5 bilhão de litros de biodiesel. O combustível a ser produzido pela nova indústria utilizará o girassol como matéria-prima e, inicialmente, será destinado ao mercado externo. A Brasbiofuel trabalha há 12 anos na Itália com o biodiesel.
Anderson Gonçalves
Wosgrau passou essa terça-feira na capital federal, acompanhado do vice-prefeito Rogério Serman (PFL). Eles percorreram alguns ministérios, apresentando projetos e pleiteando recursos para execução de novas obras. Na audiência com Bernardo foram tratados diversos assuntos, entre eles a possibilidade de instalação da indústria de biodiesel. O governo federal vem intermediando as negociações com a empresa Brasbiofuel, que vai investir na produção do combustível natural.
A empresa vai investir R$ 480 milhões na construção de quatro unidades, sendo que duas estarão instaladas no Paraná. A primeira já está confirmada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A segunda ainda não tem local definido. “Existe a possibilidade de que essa indústria venha para Ponta Grossa, o que seria uma grande conquista”, destacou Wosgrau. Ele acredita que a iniciativa permitiria agregar mais valor aos excedentes da produção de grãos, além de gerar um número “bem razoável” de empregos.
Segundo informações do gabinete do ministério, o governo federal vem intermediando as negociações para instalação das novas usinas de biodiesel. Outros municípios estão pleiteando o investimento, mas o local que vai abrigar a unidade será definido pela empresa responsável. Ainda não há previsão quanto ao anúncio oficial, mas a expectativa é de que isso aconteça nos próximos meses.
A usina de Araucária deverá produzir 360 milhões de litros de biodiesel por ano a partir de janeiro de 2008. Além da segunda unidade paranaense, deverão ser construídas mais duas, possivelmente em Santa Catarina. A meta é que as quatro unidades juntas produzam anualmente 1,5 bilhão de litros de biodiesel. O combustível a ser produzido pela nova indústria utilizará o girassol como matéria-prima e, inicialmente, será destinado ao mercado externo. A Brasbiofuel trabalha há 12 anos na Itália com o biodiesel.
Anderson Gonçalves