Rio de Janeiro - Saiu agora o resultado do primeiro dos dois leilões de
compra de biodiesel promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás
Natural e Biocombustívis (ANP) no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro - Saiu agora o resultado do primeiro dos dois leilões de compra de biodiesel promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustívis (ANP) no Rio de Janeiro.
O dia de hoje teve duas rodadas. A primeira terminou com a Agrenco, de Mato Grosso, com o menor preço em suas 3 ofertas. Seu menor valor foi R$2,389 por litro de biodiesel, em um lote de 6 milhões de litros. Na segunda rodada a Agrenco manteve seus preço e continuou com as três ofertas mais baixas.
A ADM, também do Mato Grosso, ficou com o quarto menor preço, seguida pela Agropalma, do Pará. A Bioverde, de São Paulo, que na primeira rodada ofereceu o quarto menor preço, encerrou o leilão com o sexto menor.
"Os preços já começam a refletir os custos de produção do biodiesel", na opinião de Sergio Beltrao, Diretor Executivo da União Brasileira do Biodiesel. "Os produtores, com estes novos preços, podem finalmente deixar de trabalhar no vermelho, mas ainda não é o ideal", finaliza Beltrão.
Os resultados ainda precisam ser homologados pela agência.
Amanhã ocorrerá o leilão aberto para as empresas que não possuem o selo social.
Em breve mais informações.
Carlyle Junior e Bernardo Mariani
Rio de Janeiro - Saiu agora o resultado do primeiro dos dois leilões de compra de biodiesel promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustívis (ANP) no Rio de Janeiro.
O dia de hoje teve duas rodadas. A primeira terminou com a Agrenco, de Mato Grosso, com o menor preço em suas 3 ofertas. Seu menor valor foi R$2,389 por litro de biodiesel, em um lote de 6 milhões de litros. Na segunda rodada a Agrenco manteve seus preço e continuou com as três ofertas mais baixas.
A ADM, também do Mato Grosso, ficou com o quarto menor preço, seguida pela Agropalma, do Pará. A Bioverde, de São Paulo, que na primeira rodada ofereceu o quarto menor preço, encerrou o leilão com o sexto menor.
"Os preços já começam a refletir os custos de produção do biodiesel", na opinião de Sergio Beltrao, Diretor Executivo da União Brasileira do Biodiesel. "Os produtores, com estes novos preços, podem finalmente deixar de trabalhar no vermelho, mas ainda não é o ideal", finaliza Beltrão.
Os resultados ainda precisam ser homologados pela agência.
Amanhã ocorrerá o leilão aberto para as empresas que não possuem o selo social.
Em breve mais informações.
Carlyle Junior e Bernardo Mariani
Tags
Leilão de Biodiesel