O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse hoje que a fabricação do H-Bio, um óleo diesel produzido a partir de mistura de óleos vegetais com petróleo, poderá representar, até 2007, quando três unidades estarão produzindo, uma economia de US$ 145 milhões na balança de pagamentos do País - redução na importação de 250 milhões de litros de diesel por ano. Um volume que ganha mais projeção se levar em conta que os investimentos são de US$ 38 milhões. "Vamos plantar diesel no campo e reduzir as importações", comemorou.
Pelas projeções da Petrobras, com a entrada em operação este ano da produção na Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais, e no próximo ano da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná, e da Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, serão processados 256 mil metros cúbicos de óleo vegetal por ano, o que representa quase 10% em relação ao volume exportado atualmente. Em 2008, prevê-se que mais duas plantas passem a produzir o H-Bio, com investimento de mais US$ 23 milhões, tendo um impacto de US$ 240 milhões por ano na balança comercial.
Desenvolvido nos últimos 18 meses pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras, o H-Bio resulta da mistura feita na própria refinaria, durante o processo de refino. O biodiesel, por sua vez, precisa da construção de uma unidade específica. Segundo o presidente da empresa, o teor de enxofre do H-Bio é bastante reduzido, o que resulta em benefício ao meio ambiente, e a qualidade do óleo resultante é altíssima. "É um salto tecnológico imenso", acentuou. De acordo com técnicos da Petrobras, os veículos ou equipamentos que já utilizam o diesel não precisam de ajustes especiais para o H-Bio.
Os primeiros testes industriais estão sendo feitos com a soja, numa proporção de 18% de óleo vegetal. Segundo o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, esse porcentual pode ser alterado. Em Minas Gerais, onde a produção comercial inicia-se até o fim do ano, a Petrobras planeja assinar até setembro os primeiros contratos com os fornecedores do óleo vegetal. Outras oleaginosas já estão sendo analisadas, como a mamona, girassol, dendê e algodão. A expectativa é que também haja um incremento na atividade agroindustrial brasileira.
Pelas projeções da Petrobras, com a entrada em operação este ano da produção na Refinaria Gabriel Passos, em Minas Gerais, e no próximo ano da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná, e da Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, serão processados 256 mil metros cúbicos de óleo vegetal por ano, o que representa quase 10% em relação ao volume exportado atualmente. Em 2008, prevê-se que mais duas plantas passem a produzir o H-Bio, com investimento de mais US$ 23 milhões, tendo um impacto de US$ 240 milhões por ano na balança comercial.
Desenvolvido nos últimos 18 meses pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras, o H-Bio resulta da mistura feita na própria refinaria, durante o processo de refino. O biodiesel, por sua vez, precisa da construção de uma unidade específica. Segundo o presidente da empresa, o teor de enxofre do H-Bio é bastante reduzido, o que resulta em benefício ao meio ambiente, e a qualidade do óleo resultante é altíssima. "É um salto tecnológico imenso", acentuou. De acordo com técnicos da Petrobras, os veículos ou equipamentos que já utilizam o diesel não precisam de ajustes especiais para o H-Bio.
Os primeiros testes industriais estão sendo feitos com a soja, numa proporção de 18% de óleo vegetal. Segundo o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, esse porcentual pode ser alterado. Em Minas Gerais, onde a produção comercial inicia-se até o fim do ano, a Petrobras planeja assinar até setembro os primeiros contratos com os fornecedores do óleo vegetal. Outras oleaginosas já estão sendo analisadas, como a mamona, girassol, dendê e algodão. A expectativa é que também haja um incremento na atividade agroindustrial brasileira.
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