Não é só soja que vai ter uma década interessante pela frente. Segundo dados divulgados na semana passada pela FAO e pela OCDE, ao longo da próxima década a oferta de oleaginosas alternativas à soja – categoria que inclui colza, girassol e amendoim – vai avançar um pouco mais lentamente do que a demanda: 11,9% e 12,1% respectivamente.
Não é só soja que vai ter uma década interessante pela frente. Segundo dados divulgados na semana passada pela FAO e pela OCDE, ao longo da próxima década a oferta de oleaginosas alternativas à soja – categoria que inclui colza, girassol e amendoim – vai avançar um pouco mais lentamente do que a demanda: 11,9% e 12,1% respectivamente.
No lado da produção, a oferta global irá de 143,6 este ano para 160,7 milhões de toneladas em 2025. Já a demanda sairá de 143,4 até 160,7 milhões de toneladas ao longo dos mesmos 10 anos.
Apesar de encerrarem o período empatadas e com certa vantagem – ainda que marginal – no lado do consumo, os estoques devem se expandir de 8,2 para 9,4 milhões de toneladas. A expansão, no entanto, vai acontecer apenas até 2021 quando os estoques atingirão o pico de 10,1 milhões de toneladas. Depois disso, a relação se inverte os estoques vão começar a cair.
5 Maiores
China e União Europeia devem se manter na liderança do mercado – produção de 35,4 e 29,1 milhões de toneladas em 2025, respectivamente – ao longo de todo o período.
Contudo, as produções de Canadá (17,2%), Ucrânia (27,1%) e Federação Russa (18,1%) estão avançando muito mais rapidamente [veja gráfico]. Em boa parte, os ganhos virão com base no aumento da produtividade das culturas oleaginosas.
No Canadá, por exemplo, a área plantada deverá crescer apenas 4%. Federação Russa e Ucrânia também terão expansões de área plantada substancialmente menores do que o crescimento correspondente na produção – 11,5% e 17%.
A integra do relatório Perspectivas Agrícolas 2016-2015 pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Não é só soja que vai ter uma década interessante pela frente. Segundo dados divulgados na semana passada pela FAO e pela OCDE, ao longo da próxima década a oferta de oleaginosas alternativas à soja – categoria que inclui colza, girassol e amendoim – vai avançar um pouco mais lentamente do que a demanda: 11,9% e 12,1% respectivamente.
No lado da produção, a oferta global irá de 143,6 este ano para 160,7 milhões de toneladas em 2025. Já a demanda sairá de 143,4 até 160,7 milhões de toneladas ao longo dos mesmos 10 anos.
Apesar de encerrarem o período empatadas e com certa vantagem – ainda que marginal – no lado do consumo, os estoques devem se expandir de 8,2 para 9,4 milhões de toneladas. A expansão, no entanto, vai acontecer apenas até 2021 quando os estoques atingirão o pico de 10,1 milhões de toneladas. Depois disso, a relação se inverte os estoques vão começar a cair.
5 Maiores
China e União Europeia devem se manter na liderança do mercado – produção de 35,4 e 29,1 milhões de toneladas em 2025, respectivamente – ao longo de todo o período.
Contudo, as produções de Canadá (17,2%), Ucrânia (27,1%) e Federação Russa (18,1%) estão avançando muito mais rapidamente [veja gráfico]. Em boa parte, os ganhos virão com base no aumento da produtividade das culturas oleaginosas.
No Canadá, por exemplo, a área plantada deverá crescer apenas 4%. Federação Russa e Ucrânia também terão expansões de área plantada substancialmente menores do que o crescimento correspondente na produção – 11,5% e 17%.
A integra do relatório Perspectivas Agrícolas 2016-2015 pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com