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ISO libera uso de biodiesel puro como combustível marinho

Padrão que havia sido aprovado em 2017 limitava a adição do biocombustível a 7% do volume.

BiodieselBR.com 2 min de leitura

O biodiesel puro poderá passar a ser usado em navios. Essa possibilidade foi aberta na última semana, quando a Organização Internacional de Normalização (ISO, na sigla em inglês) publicou a mais recente versão de sua regra ISO 8217 – que fixa os padrões de qualidade para os combustíveis marítimos. Esta será a 7ª edição da regra criada originalmente em 1987.

A revisão mais recente do texto havia sido aprovada em março de 2017, liberando o uso de biodiesel por embarcações desde que o conteúdo renovável no combustível naval fosse limitado a até 7%.

O biodiesel puro poderá passar a ser usado em navios. Essa possibilidade foi aberta na última semana, quando a Organização Internacional de Normalização (ISO, na sigla em inglês) publicou a mais recente versão de sua regra ISO 8217 – que fixa os padrões de qualidade para os combustíveis marítimos. Esta será a 7ª edição da regra criada originalmente em 1987.

A revisão mais recente do texto havia sido aprovada em março de 2017, liberando o uso de biodiesel por embarcações desde que o conteúdo renovável no combustível naval fosse limitado a até 7%.

Embora não seja legalmente vinculante, o padrão ISO costuma ser incluído nos contratos entre fornecedores e compradores de bunker.

O novo padrão inclui 7 categorias de combustíveis destilados, 4 de combustíveis residuais com teor de enxofre de 0,5% ou menos, 5 com misturas de biodiesel – podendo chegar a 100% – e 5 com teor de biodiesel acima de 0,5%.

Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), o mercado internacional de bunker marítimo demandou 272,3 milhões de m³ apenas no ano passado, sendo responsável por cerca de 3% das emissões globais de gases do efeito estufa (GEEs). Em meados do ano passado, os estados-membros da Organização Marítima Internacional (IMO) chegaram a um acordo para zerar as emissões líquidas do setor até 2050, gerando a expectativa de um aumento no consumo de soluções de baixa emissão pelo setor.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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