A Organização Internacional de Normalização (ISO) vai liberar a adição de até 7% de biodiesel em combustíveis de uso naval que sigam a especificação ISO 8217. A nova versão foi publicada na semana passada, a última vez em que a norma havia sido atualizada pela entidade foi em 2012.
A Organização Internacional de Normalização (ISO) vai liberar a adição de até 7% de biodiesel em combustíveis de uso naval que sigam a especificação ISO 8217. A nova versão foi publicada na semana passada, a última vez em que a norma havia sido atualizada pela entidade foi em 2012.
Para acomodar a mudança a norma passa a incluir uma nova classe de combustíveis – a F – que permite a adição de biocombustível. Segundo a coordenadora do grupo de trabalho que determinou a mudança, Monique Vermeire, as alterações permitirão que diesel automotivo com baixo teor de enxofre entre na composição dos combustíveis náuticos.
Em muitas partes do mundo, o diesel automotivo recebe a adição de biodiesel.
Mesmo as demais especificações do diesel marítimo passarão a ser mais tolerantes com a contaminação por biocombustível. Na versão anterior o máximo tolerado era 0,1%; na atual, é possível ter até 0,5%.
Além da mudança em relação do biodiesel, a ISO também endureceu as exigências em relação aos parâmetros de ponto de névoa e ponto de entupimento do filtro a frio.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Organização Internacional de Normalização (ISO) vai liberar a adição de até 7% de biodiesel em combustíveis de uso naval que sigam a especificação ISO 8217. A nova versão foi publicada na semana passada, a última vez em que a norma havia sido atualizada pela entidade foi em 2012.
Para acomodar a mudança a norma passa a incluir uma nova classe de combustíveis – a F – que permite a adição de biocombustível. Segundo a coordenadora do grupo de trabalho que determinou a mudança, Monique Vermeire, as alterações permitirão que diesel automotivo com baixo teor de enxofre entre na composição dos combustíveis náuticos.
Em muitas partes do mundo, o diesel automotivo recebe a adição de biodiesel.
Mesmo as demais especificações do diesel marítimo passarão a ser mais tolerantes com a contaminação por biocombustível. Na versão anterior o máximo tolerado era 0,1%; na atual, é possível ter até 0,5%.
Além da mudança em relação do biodiesel, a ISO também endureceu as exigências em relação aos parâmetros de ponto de névoa e ponto de entupimento do filtro a frio.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com