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Biocombustíveis serão 4% da energia dos transportes até 2019

IEARelatorio 280814Projeções de um relatório da Agência Internacional de Energia indicam que os biocombustíveis continuar crescendo embora mais lentamente.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Embora numa toada um pouco mais lenta, a participação dos biocombustíveis na energia consumida pelo setor de transportes deve continuar crescendo pelos próximos cinco anos.

A constatação faz parte das projeções contidas num relatório que acompanha as tendências de médio prazo para o setor de energias renováveis publicado hoje (28) pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).

Embora numa toada um pouco mais lenta, a participação dos biocombustíveis na energia consumida pelo setor de transportes deve continuar crescendo pelos próximos cinco anos. A constatação faz parte das projeções contidas num relatório que acompanha as tendências de médio prazo para o setor de energias renováveis publicado hoje (28) pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).

Segundo o documento, a produção mundial de biocombustíveis que, no ano passado, ultrapassou por pouco a casa dos 83,5 bilhões de litros equivalentes de petróleo. Em 2020 deverá crescer 19,7% e chegar próximo da marca dos 100 bilhões de litros em 2020. Isso representa aproximadamente 4% de toda a energia utilizada pelo setor de transportes no planeta.

Em termos volumétricos, isso representa a produção de 139 bilhões de litros em 2020.

Biodiesel 
O biodiesel deverá se sair ligeiramente melhor do que a IEA esperava na edição do ano passado deste mesmo relatório. A produção mundial do principal substituto renovável para o diesel deverá chegar a 33 bilhões de litros em 2020 – 0,6 bilhão a mais que as projeções prévias indicavam.

Segundo a IEA, o crescimento do biodiesel nos países asiáticos será o fator mais importante nessa expansão. Esses países veem nos biocombustíveis uma chance de reduzirem o déficit causado pela importação de petróleo e derivados.

Enquanto a Ásia avança, mercados mais maduros estão, nas palavras do relatório “reduzindo a marcha”. Segundo o documento, nos últimos meses cresceram as incertezas a respeito do espaço reservado aos biocombustíveis nas políticas energéticas dos Estados Unidos e da Europa. Já no Brasil, as maiores dificuldades derivam da política de controle da inflação que vem segurando os preços dos combustíveis fósseis abaixo das cotações internacionais. 

O sumário executivo (em inglês) do relatório pode ser baixada clicando aqui.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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