Depois de um começo de ano ruim para o diesel, a qualidade no combustível chegou a um patamar estável nos últimos meses. Mas problemas continuam
Depois de um começo de ano ruim para o diesel, a qualidade no combustível chegou a um patamar estável nos últimos meses. Segundo o Boletim Mensal da Qualidade dos Combustíveis, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o B5 manteve em julho o índice de não-conformidade de 3,5% registrado em junho. Entre os problemas detectados nas amostras do combustível, a adição de biodiesel teve leve alta e foi de 23,5% para 25%.
Esse item – que era a principal irregularidade encontrada pela ANP no diesel no primeiro semestre – agora está atrás do aspecto do combustível entre as não-conformidades encontradas, com o problema detectado em 37,3% das amostras. Apesar dos dados animadores, o diesel ainda é o combustível que mais apresenta irregularidades. Na média nacional, apenas 1% das amostras de gasolina e 1,9% das amostras de etanol apresentam problemas.
Entre os estados que tradicionalmente registram maior número de irregularidades no diesel – Amazonas e Rio de Janeiro – houve uma significativa melhora no combustível amazonense e uma piora no Rio. No Amazonas, o índice de não-conformidade foi de 17,3% para 13,1%. Quase 100% dos problemas encontrados pelos técnicos da ANP foi no teor de biodiesel no combustível analisado.
Já no Rio de Janeiro 14,4% das amostras apresentaram irregularidades contra 11,4% registrado em junho. Apesar do alto índice, no Rio o teor de biodiesel foi considerado não-conforme em 25% dos casos. Já o aspecto das amostras apresentaram problemas em 71% dos casos. Segundo a ANP, 18 estados tiveram desempenho melhor que a média nacional. Entre as distribuidoras, 4% das amostras coletadas pela agência apontaram irregularidades, um índice ligeiramente maior que o de junho, que foi de 3,7%.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
Depois de um começo de ano ruim para o diesel, a qualidade no combustível chegou a um patamar estável nos últimos meses. Segundo o Boletim Mensal da Qualidade dos Combustíveis, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o B5 manteve em julho o índice de não-conformidade de 3,5% registrado em junho. Entre os problemas detectados nas amostras do combustível, a adição de biodiesel teve leve alta e foi de 23,5% para 25%.
Esse item – que era a principal irregularidade encontrada pela ANP no diesel no primeiro semestre – agora está atrás do aspecto do combustível entre as não-conformidades encontradas, com o problema detectado em 37,3% das amostras. Apesar dos dados animadores, o diesel ainda é o combustível que mais apresenta irregularidades. Na média nacional, apenas 1% das amostras de gasolina e 1,9% das amostras de etanol apresentam problemas.
Entre os estados que tradicionalmente registram maior número de irregularidades no diesel – Amazonas e Rio de Janeiro – houve uma significativa melhora no combustível amazonense e uma piora no Rio. No Amazonas, o índice de não-conformidade foi de 17,3% para 13,1%. Quase 100% dos problemas encontrados pelos técnicos da ANP foi no teor de biodiesel no combustível analisado.
Já no Rio de Janeiro 14,4% das amostras apresentaram irregularidades contra 11,4% registrado em junho. Apesar do alto índice, no Rio o teor de biodiesel foi considerado não-conforme em 25% dos casos. Já o aspecto das amostras apresentaram problemas em 71% dos casos. Segundo a ANP, 18 estados tiveram desempenho melhor que a média nacional. Entre as distribuidoras, 4% das amostras coletadas pela agência apontaram irregularidades, um índice ligeiramente maior que o de junho, que foi de 3,7%.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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