A unidade de demonstração da tecnologia será implantada no Brasil.
Uma parceria entre a Petrobras e a empresa holandesa BIOeCON deve trazer para o Brasil uma unidade de demonstração da tecnologia Bi-Chem. O processo converte biomassa lignocelulósica em produtos como “plásticos verdes” e biocombustíveis de segunda geração. A biomassa lignocelulósica é encontrada em resíduos agrícolas como o bagaço de cana de açúcar. O contrato entre as duas empresas foi assinado na semana passada.
O processo Bi-Chem (Biomass Chemical Conversion – conversão química de biomassa) poderá ser utilizado na produção de componentes de alta qualidade para diesel, com densidade energética superior à do etanol, afirma a Petrobras. A parceria prevê o desenvolvimento da tecnologia e a realização de testes em escala piloto e demonstração. A princípio a planta piloto do projeto será construída nos Países Baixos. Já a unidade de demonstração da tecnologia será implantada no Brasil.
Segundo comunicado da Petrobras, a estatal “busca desenvolver mais uma alternativa para produção de biocombustíveis e produtos químicos renováveis e sustentáveis, de forma complementar às iniciativas em andamento, como por exemplo o etanol de bagaço de cana pela rota enzimática”.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
Uma parceria entre a Petrobras e a empresa holandesa BIOeCON deve trazer para o Brasil uma unidade de demonstração da tecnologia Bi-Chem. O processo converte biomassa lignocelulósica em produtos como “plásticos verdes” e biocombustíveis de segunda geração. A biomassa lignocelulósica é encontrada em resíduos agrícolas como o bagaço de cana de açúcar. O contrato entre as duas empresas foi assinado na semana passada.
O processo Bi-Chem (Biomass Chemical Conversion – conversão química de biomassa) poderá ser utilizado na produção de componentes de alta qualidade para diesel, com densidade energética superior à do etanol, afirma a Petrobras. A parceria prevê o desenvolvimento da tecnologia e a realização de testes em escala piloto e demonstração. A princípio a planta piloto do projeto será construída nos Países Baixos. Já a unidade de demonstração da tecnologia será implantada no Brasil.
Segundo comunicado da Petrobras, a estatal “busca desenvolver mais uma alternativa para produção de biocombustíveis e produtos químicos renováveis e sustentáveis, de forma complementar às iniciativas em andamento, como por exemplo o etanol de bagaço de cana pela rota enzimática”.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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Diesel de cana