O grupo de pesquisa “Tecnologia dos alimentos” do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Sevilha fez biodiesel através das pastas de refino de óleos de oliva e girassol. Estas pastas são um subproduto gerado no processo de refino do óleo, do qual pouca utilidade se obtém hoje em dia, e que pode poluir o meio ambiente.
O grupo de pesquisa “Tecnologia dos alimentos” do Departamento de
Engenharia Química da Universidade de Sevilha fez biodiesel através das
pastas de refino de óleos de oliva e girassol. Estas pastas são um
subproduto gerado no processo de refino do óleo, do qual pouca
utilidade se obtém hoje em dia, e que pode poluir o meio ambiente.
O grupo de pesquisa “Tecnologia dos alimentos” do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Sevilha fez biodiesel através das pastas de refino de óleos de oliva e girassol. Estas pastas são um subproduto gerado no processo de refino do óleo, do qual pouca utilidade se obtém hoje em dia, e que pode poluir o meio ambiente. Desta forma, é possível evitar a poluição em dois sentidos: por um lado, graças ao uso de um biocombustível, e por outro, ao evitar um complicado tratamento de depuração deste resíduo do óleo.
Além disso, este grupo de pesquisa estudará outras possíveis fontes para a obtenção de biodiesel, mais especificamente do alpeorujo, que é o resíduo da extração mecânica de óleo de oliva. Para obter combustível é necessário tratar as pastas do processo de neutralização do óleo, mediante o processo de 'transesterificação', que libera os ácidos graxos gordurosos que logo serão submetidos a uma reação de esterificação com álcool. Assim se obtêm os “ésteres metílicos”, germe do que depois pode utilizar-se como combustível biodiesel.
Este projeto, financiado pelo Plano Nacional de Pesquisa e chamado “Obtenção de biodiesel a partir de pastas do refino de óleos vegetais (girassol e oliva)”, começou no ano 2004 e finalizará em 2007. Sua pesquisadora principal, Paloma Álvarez Mateos, declara: “As pastas de oliva estão já todas terminadas, só falta purificá-las e estabilizá-las, e agora estamos começando com as de girassol”.
O projeto realiza várias experiências para depois compará-las e ver qual funciona melhor. Até agora, o grupo de pesquisa verificou que o óleo de girassol, por ser menos viscoso, tem muito mais velocidade de reação, desse modo as pastas de óleo de girassol poderiam ser uma melhor matéria prima para o combustível. Ao finalizar o projeto, é provável que esta fórmula seja patenteada pelo grupo.
A equipe é pioneira na Espanha na obtenção de biodiesel a partir de pastas de refino. Segundo as pesquisadoras, “só um grupo de cientistas do EUA tem uma patente, de 2004, para obtenção deste tipo de biocombustível a partir das pastas do processo de refino de óleo de soja”. “De qualquer modo, da obtenção do biodiesel até sua utilização em motores, o projeto tem que passar por uma série de processos em escalas diferentes, importantes para um estudo econômico completo, e será necessário um investimento muito maior”, esclarece Paloma Álvarez Mateos.
O grupo de pesquisa “Tecnologia dos alimentos” do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Sevilha fez biodiesel através das pastas de refino de óleos de oliva e girassol. Estas pastas são um subproduto gerado no processo de refino do óleo, do qual pouca utilidade se obtém hoje em dia, e que pode poluir o meio ambiente. Desta forma, é possível evitar a poluição em dois sentidos: por um lado, graças ao uso de um biocombustível, e por outro, ao evitar um complicado tratamento de depuração deste resíduo do óleo.
Além disso, este grupo de pesquisa estudará outras possíveis fontes para a obtenção de biodiesel, mais especificamente do alpeorujo, que é o resíduo da extração mecânica de óleo de oliva. Para obter combustível é necessário tratar as pastas do processo de neutralização do óleo, mediante o processo de 'transesterificação', que libera os ácidos graxos gordurosos que logo serão submetidos a uma reação de esterificação com álcool. Assim se obtêm os “ésteres metílicos”, germe do que depois pode utilizar-se como combustível biodiesel.
Este projeto, financiado pelo Plano Nacional de Pesquisa e chamado “Obtenção de biodiesel a partir de pastas do refino de óleos vegetais (girassol e oliva)”, começou no ano 2004 e finalizará em 2007. Sua pesquisadora principal, Paloma Álvarez Mateos, declara: “As pastas de oliva estão já todas terminadas, só falta purificá-las e estabilizá-las, e agora estamos começando com as de girassol”.
O projeto realiza várias experiências para depois compará-las e ver qual funciona melhor. Até agora, o grupo de pesquisa verificou que o óleo de girassol, por ser menos viscoso, tem muito mais velocidade de reação, desse modo as pastas de óleo de girassol poderiam ser uma melhor matéria prima para o combustível. Ao finalizar o projeto, é provável que esta fórmula seja patenteada pelo grupo.
A equipe é pioneira na Espanha na obtenção de biodiesel a partir de pastas de refino. Segundo as pesquisadoras, “só um grupo de cientistas do EUA tem uma patente, de 2004, para obtenção deste tipo de biocombustível a partir das pastas do processo de refino de óleo de soja”. “De qualquer modo, da obtenção do biodiesel até sua utilização em motores, o projeto tem que passar por uma série de processos em escalas diferentes, importantes para um estudo econômico completo, e será necessário um investimento muito maior”, esclarece Paloma Álvarez Mateos.