Berges ainda arrancou aplausos do auditório ao falar sobre quem será o
maior produtor mundial de biodiesel. “Vai ser igual no futebol, o Brasil
só perde para ele mesmo”.
Berges ainda arrancou aplausos do auditório ao falar sobre quem será o
maior produtor mundial de biodiesel. “Vai ser igual no futebol, o Brasil
só perde para ele mesmo”.
No que depender de matérias-primas, não haverá limitações para o B10. Além da disponibilidade de óleo de soja e de sebo bovino, a oferta de catalisadores também está assegurada. A constatação é de José Berges, chefe da Linha de Alcóxidos e de Produtos de Eletrólise da Evonik Degussa, multinacional fabricante de produtos químicos com sede na Alemanha. Para ele, o Brasil tem todas as condições de ser a principal referência no biodiesel, assim como é no etanol. “O que precisamos é de vontade política para criar o novo marco regulatório”, diz.
A companhia acredita no forte crescimento desse mercado e pretende continuar investindo na produção local de insumos para a indústria. Berges anunciou que a companhia está finalizando estudos para construir uma nova fábrica de catalisadores na América do Sul.
Apesar de existirem vários tipos de catalisadores para biodiesel no mercado, e outros processos em desenvolvimento, Berges não vê perigo de a atual tecnologia ser substituída por outra. Hoje a grande maioria do biodiesel é feita pelo processo de transesterificação, que utiliza catalisadores para fazer a reação química entre óleo vegetal (ou gordura animal) e álcool. Os catalisadores mais populares são os homogêneos alcóxidos (metilado de sódio e de potássio), que garantem um rendimento até 5% maior em relação aos hidróxidos (soda cáustica). Já os catalisadores heterogêneos, segundo Berges, têm como desvantagem a grande demanda de energia. Apenas sete plantas a nível global utilizam esse tipo de catalisador, informa. “A tecnologia que usamos hoje continuará sendo competitiva nos próximos 10 ou a 20 anos”, garante.
Ranking mundial
Berges ainda arrancou aplausos do auditório ao falar sobre quem será o maior produtor mundial de biodiesel. “Vai ser igual no futebol, o Brasil só perde para ele mesmo”. E depois brincou: “Mas sou espanhol e vocês se lembram da última copa do mundo”.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
No que depender de matérias-primas, não haverá limitações para o B10. Além da disponibilidade de óleo de soja e de sebo bovino, a oferta de catalisadores também está assegurada. A constatação é de José Berges, chefe da Linha de Alcóxidos e de Produtos de Eletrólise da Evonik Degussa, multinacional fabricante de produtos químicos com sede na Alemanha. Para ele, o Brasil tem todas as condições de ser a principal referência no biodiesel, assim como é no etanol. “O que precisamos é de vontade política para criar o novo marco regulatório”, diz.
A companhia acredita no forte crescimento desse mercado e pretende continuar investindo na produção local de insumos para a indústria. Berges anunciou que a companhia está finalizando estudos para construir uma nova fábrica de catalisadores na América do Sul.
Apesar de existirem vários tipos de catalisadores para biodiesel no mercado, e outros processos em desenvolvimento, Berges não vê perigo de a atual tecnologia ser substituída por outra. Hoje a grande maioria do biodiesel é feita pelo processo de transesterificação, que utiliza catalisadores para fazer a reação química entre óleo vegetal (ou gordura animal) e álcool. Os catalisadores mais populares são os homogêneos alcóxidos (metilado de sódio e de potássio), que garantem um rendimento até 5% maior em relação aos hidróxidos (soda cáustica). Já os catalisadores heterogêneos, segundo Berges, têm como desvantagem a grande demanda de energia. Apenas sete plantas a nível global utilizam esse tipo de catalisador, informa. “A tecnologia que usamos hoje continuará sendo competitiva nos próximos 10 ou a 20 anos”, garante.
Ranking mundial
Berges ainda arrancou aplausos do auditório ao falar sobre quem será o maior produtor mundial de biodiesel. “Vai ser igual no futebol, o Brasil só perde para ele mesmo”. E depois brincou: “Mas sou espanhol e vocês se lembram da última copa do mundo”.
Alice Duarte – BiodieselBR.com