A primeira usina de biodiesel de esgoto do país ainda não saiu da fase de testes.
A primeira usina de biodiesel de esgoto do país ainda não saiu da fase de testes. A unidade, construída na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Alegria, no bairro Caju da capital fluminense, deveria ter sido inaugurada oficialmente em maio deste ano, mas uma mudança no projeto levou ao atraso nas operações. O diretor de produção e operação da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), Jorge Briard, informou que o projeto foi adaptado para integrar as unidades de produção de biodiesel – que utiliza a escuma do esgoto como matéria-prima – e de produção de bio-óleo – obtido por meio da pirólise do lodo. “Alguns equipamentos são comuns às duas unidades, então decidimos integrar os processos”, diz o diretor. A previsão, segundo Briard, é que a planta seja inaugurada oficialmente dentro de 15 dias.
Atualmente a usina está produzindo apenas 50 litros de biodiesel por dia, suficientes para testar os equipamentos e permitir que os técnicos façam os ajustes necessários. O biocombustível, juntamente com o biogás (hoje o único combustível produzido em processo contínuo na ETE Alegria), estão sendo destinados ao consumo interno da companhia. “Os equipamentos da estação de tratamento que bombeiam o lodo do esgoto estão sendo movidos a biodiesel e biogás. Se faltar energia elétrica a estação continua operando”, diz.
A capacidade de produção de biodiesel da unidade é de 150 a 180 litros por dia, baseada na oferta diária de 1.800 quilos de escuma do esgoto. No futuro, de acordo com Briard, a ETE Alegria também vai usar a gordura proveniente de fossas e de caixas de gordura para a produção do biocombustível.
O projeto da Central de Produção de Energias Alternativas na ETE Alegria foi desenvolvido pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esta será a primeira unidade do mundo a integrar geração de biodiesel, biogás, bio-óleo e biocarvão a partir do esgoto. A unidade piloto permitirá realizar estudos para a construção de uma planta de escala industrial.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
A primeira usina de biodiesel de esgoto do país ainda não saiu da fase de testes. A unidade, construída na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Alegria, no bairro Caju da capital fluminense, deveria ter sido inaugurada oficialmente em maio deste ano, mas uma mudança no projeto levou ao atraso nas operações. O diretor de produção e operação da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), Jorge Briard, informou que o projeto foi adaptado para integrar as unidades de produção de biodiesel – que utiliza a escuma do esgoto como matéria-prima – e de produção de bio-óleo – obtido por meio da pirólise do lodo. “Alguns equipamentos são comuns às duas unidades, então decidimos integrar os processos”, diz o diretor. A previsão, segundo Briard, é que a planta seja inaugurada oficialmente dentro de 15 dias.
Atualmente a usina está produzindo apenas 50 litros de biodiesel por dia, suficientes para testar os equipamentos e permitir que os técnicos façam os ajustes necessários. O biocombustível, juntamente com o biogás (hoje o único combustível produzido em processo contínuo na ETE Alegria), estão sendo destinados ao consumo interno da companhia. “Os equipamentos da estação de tratamento que bombeiam o lodo do esgoto estão sendo movidos a biodiesel e biogás. Se faltar energia elétrica a estação continua operando”, diz.
A capacidade de produção de biodiesel da unidade é de 150 a 180 litros por dia, baseada na oferta diária de 1.800 quilos de escuma do esgoto. No futuro, de acordo com Briard, a ETE Alegria também vai usar a gordura proveniente de fossas e de caixas de gordura para a produção do biocombustível.
O projeto da Central de Produção de Energias Alternativas na ETE Alegria foi desenvolvido pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esta será a primeira unidade do mundo a integrar geração de biodiesel, biogás, bio-óleo e biocarvão a partir do esgoto. A unidade piloto permitirá realizar estudos para a construção de uma planta de escala industrial.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
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