As quatro novas usinas para extração de óleo serão implantadas ainda
este ano, cada uma terá capacidade
de produzir 8 mil litros de óleo por dia.
O modelo vai ser adaptado para produzir apenas óleo de mamona, devido a...
O modelo da miniusina de biodiesel implantado em Tauá e em Piquet Carneiro vai ser adaptado para, nas unidades de Sobral, Russas, Aracoiaba e Limoeiro do Norte, produzir somente óleo de mamona. A mudança tem por objetivo a pequena diferença de preço do óleo de mamona, de R$ 1,15 por litro e do biodiesel, de R$ 1,17 por litro.
As quatro novas usinas para extração de óleo serão implantadas ainda este ano, informa o deputado Ariosto Holanda. Cada uma terá capacidade de produzir 8 mil litros de óleo por dia. Os recursos estão assegurados por meio de emenda que o parlamentar colocou no orçamento da União em 2007 - R$ 500 mil por unidade, como fez com as unidades de Tauá e Piquet Carneiro em 2006.
A produção do óleo das seis unidades, estimada em 15 mil toneladas por ano, no máximo, será vendida para a usina de biodiesel da Petrobras em Quixadá, que irá necessitar de 50 mil toneladas do óleo por ano em 2008. ´E as outras 35 mil toneladas viriam de onde?´, indaga Ariosto Holanda.
O deputado disse que este é o momento de começar a trabalhar com o pequeno produtor, formando no Ceará as associações e as cooperativas, com o Banco do Brasil e o BNB investindo na agricultura familiar. Segundo ele, cabe ao governo mapear o Estado e colocar novas usinas de extração de óleo em pontos estratégicos para os pequenos produtores.
No modelo de agricultura familiar, o parlamentar informa que o Ceará vai precisar de 40 mil famílias mobilizadas só para alimentar a unidade de Quixadá, envolvendo três famílias por hectare. ´O Ceará perdeu a refinaria de petróleo, mas se souber aproveitar, a implantação da usina de biodiesel da Petrobras em Quixadá será a nossa grande refinaria´.
Se a matéria-prima for mamona, para atender as 50 mil toneladas necessárias por ano, ele calcula que o Estado vai precisar de 120 mil hectares plantados com a oleaginosa. ´A venda do óleo agrega muito valor ao pequeno produtor´.
Diário do Nordeste
O modelo vai ser adaptado para produzir apenas óleo de mamona, devido a...
O modelo da miniusina de biodiesel implantado em Tauá e em Piquet Carneiro vai ser adaptado para, nas unidades de Sobral, Russas, Aracoiaba e Limoeiro do Norte, produzir somente óleo de mamona. A mudança tem por objetivo a pequena diferença de preço do óleo de mamona, de R$ 1,15 por litro e do biodiesel, de R$ 1,17 por litro.
As quatro novas usinas para extração de óleo serão implantadas ainda este ano, informa o deputado Ariosto Holanda. Cada uma terá capacidade de produzir 8 mil litros de óleo por dia. Os recursos estão assegurados por meio de emenda que o parlamentar colocou no orçamento da União em 2007 - R$ 500 mil por unidade, como fez com as unidades de Tauá e Piquet Carneiro em 2006.
A produção do óleo das seis unidades, estimada em 15 mil toneladas por ano, no máximo, será vendida para a usina de biodiesel da Petrobras em Quixadá, que irá necessitar de 50 mil toneladas do óleo por ano em 2008. ´E as outras 35 mil toneladas viriam de onde?´, indaga Ariosto Holanda.
O deputado disse que este é o momento de começar a trabalhar com o pequeno produtor, formando no Ceará as associações e as cooperativas, com o Banco do Brasil e o BNB investindo na agricultura familiar. Segundo ele, cabe ao governo mapear o Estado e colocar novas usinas de extração de óleo em pontos estratégicos para os pequenos produtores.
No modelo de agricultura familiar, o parlamentar informa que o Ceará vai precisar de 40 mil famílias mobilizadas só para alimentar a unidade de Quixadá, envolvendo três famílias por hectare. ´O Ceará perdeu a refinaria de petróleo, mas se souber aproveitar, a implantação da usina de biodiesel da Petrobras em Quixadá será a nossa grande refinaria´.
Se a matéria-prima for mamona, para atender as 50 mil toneladas necessárias por ano, ele calcula que o Estado vai precisar de 120 mil hectares plantados com a oleaginosa. ´A venda do óleo agrega muito valor ao pequeno produtor´.
Diário do Nordeste