Nos últimos meses importantes empresas nacionais e internacionais estão
apostando na produção de biodiesel na Argentina com destino à
exportação. A região de Rosário é a área favorita. Santa Fé oferece
diversas vantagens tributárias às companhias que investem na área.
Confira a seguir detalhes do biodiesel na Argentina e os grandes investimentos planejados para produção de biodiesel.
Nos últimos meses importantes empresas nacionais e internacionais estão apostando na produção de biodiesel na Argentina com destino à exportação. A região de Rosário é a área favorita. Santa Fé oferece diversas vantagens tributárias às companhias que investem na área.
O biodiesel promete converter-se em um futuro não muito longínquo em um dos insumos energéticos mais importantes do mundo e a Argentina apresenta diversas vantagens para a produção do combustível e a onda de investimentos anunciados nos últimos meses o demonstra.
Dentro das vantagens de produzir biodiesel na Argentina está a grande produção de óleo de soja em primeiro lugar, já que a Argentina é o primeiro exportador mundial deste insumo fundamental na fórmula do combustível. A isso se soma que o país é o terceiro no ranking de exportadores de grão de soja.
Além dos altos níveis de produção de soja, de acordo com as últimas estimativas na campanha 2006/2007 seria sobre os 41,3 milhões de toneladas, a capacidade de esmagar o oleaginoso alcança os 50 milhões de toneladas por ano.
Outro fato fundamental é que os maiores investimentos em usinas de biodiesel serão levados a cabo nos arredores da cidade de Rosário, especialmente em Timbúes, Porto San Martin, San Lorenzo, Vila Governador Gálvez e Lagos Gerais porque a área está estrategicamente situada às margem do rio Paraná, o que permitirá a exportação mais eficiente.
Neste sentido, explica o Secretário da Produção de Fé de Santa, Roberto Ceretto, o município oferece diversas vantagens tributárias a todas as indústrias que investem na área. Inclusive esclarece que as empresas que querem produzir biodiesel na área já têm uma isenção assegurada dos impostos provinciais, por no mínimo 10 anos, graças à lei de promoção industrial santafesina.
A todas estas vantagens que a Argentina oferece soma-se uma fundamental, já que se as empresas exportam só o azeite pagam uma retenção de 20% enquanto que se enviarem o biodiesel a retenção a pagar é de 5%, uma diferença mais que notória na hora de fazer as contas. Neste sentido, companhias como Bunge, Cargill e Dreyfus que já têm usinas produtoras de biocombustível na Europa e nos Estados Unidos os investimentos milionários que estão realizando na Argentina definitivamente se convertem em um negócio mais que redondo para resolver a necessidade que tem o mundo deste combustível pela futura falta de petróleo.
Aceitera General Deheza e Bunge: desembolsariam um total de US$40 milhões, a usina será localizada em San Martin, Santa Fé, a capacidade de produção está estimada em 200.000 toneladas e seria concluído em abril dos 2007.
Repsol YPF: a empresa petroleira investirá US$30 milhões para produzir 100.000 toneladas por ano. O governo provinciano comenta que ainda não foi oficialmente notificado deste investimento.
Dreyfus: produzirá 300.000 toneladas por ano em uma usina em Timbúes, Santa Fé. O desembolso estimado é de US$45 milhões.
Oil Fox: a usina de produção também será localizada em San Lorenzo, município de Fé de Santa e chegaria a 240.000 anuais, o grupo de investidores anunciou um investimento para este empreendimento de US$20 milhões.
Terminal Porto Rosário S.A.: a usina será localizada na área de Rosário e produziria 200.000 toneladas anuais. O investimento chegaria a US$40 milhões.
Viluco: a empresa de insumos agropecuários construirá sua usina produtora em Taboada, Santiago do Tideland. A produção estimada é de 400.000 toneladas por ano e o investimento seria de ao redor de US$38,40 milhões.
Yanina Otero
Fonte: Infocampo.com.ar (em espanhol)
Confira a seguir detalhes do biodiesel na Argentina e os grandes investimentos planejados para produção de biodiesel.
Nos últimos meses importantes empresas nacionais e internacionais estão apostando na produção de biodiesel na Argentina com destino à exportação. A região de Rosário é a área favorita. Santa Fé oferece diversas vantagens tributárias às companhias que investem na área.
O biodiesel promete converter-se em um futuro não muito longínquo em um dos insumos energéticos mais importantes do mundo e a Argentina apresenta diversas vantagens para a produção do combustível e a onda de investimentos anunciados nos últimos meses o demonstra.
Dentro das vantagens de produzir biodiesel na Argentina está a grande produção de óleo de soja em primeiro lugar, já que a Argentina é o primeiro exportador mundial deste insumo fundamental na fórmula do combustível. A isso se soma que o país é o terceiro no ranking de exportadores de grão de soja.
Além dos altos níveis de produção de soja, de acordo com as últimas estimativas na campanha 2006/2007 seria sobre os 41,3 milhões de toneladas, a capacidade de esmagar o oleaginoso alcança os 50 milhões de toneladas por ano.
Outro fato fundamental é que os maiores investimentos em usinas de biodiesel serão levados a cabo nos arredores da cidade de Rosário, especialmente em Timbúes, Porto San Martin, San Lorenzo, Vila Governador Gálvez e Lagos Gerais porque a área está estrategicamente situada às margem do rio Paraná, o que permitirá a exportação mais eficiente.
Neste sentido, explica o Secretário da Produção de Fé de Santa, Roberto Ceretto, o município oferece diversas vantagens tributárias a todas as indústrias que investem na área. Inclusive esclarece que as empresas que querem produzir biodiesel na área já têm uma isenção assegurada dos impostos provinciais, por no mínimo 10 anos, graças à lei de promoção industrial santafesina.
A todas estas vantagens que a Argentina oferece soma-se uma fundamental, já que se as empresas exportam só o azeite pagam uma retenção de 20% enquanto que se enviarem o biodiesel a retenção a pagar é de 5%, uma diferença mais que notória na hora de fazer as contas. Neste sentido, companhias como Bunge, Cargill e Dreyfus que já têm usinas produtoras de biocombustível na Europa e nos Estados Unidos os investimentos milionários que estão realizando na Argentina definitivamente se convertem em um negócio mais que redondo para resolver a necessidade que tem o mundo deste combustível pela futura falta de petróleo.
Os investimentos mais destacados
Aceitera Vicentín: o investimento rondaria os US$40 milhões para uma planta que se instalará na localidade de São Lorenzo, província da Santa Fé, e teria uma capacidade de produção de 240.000 toneladas anuais de biodiesel. A empresa prevê que estaria terminada em abril do próximo ano.Aceitera General Deheza e Bunge: desembolsariam um total de US$40 milhões, a usina será localizada em San Martin, Santa Fé, a capacidade de produção está estimada em 200.000 toneladas e seria concluído em abril dos 2007.
Repsol YPF: a empresa petroleira investirá US$30 milhões para produzir 100.000 toneladas por ano. O governo provinciano comenta que ainda não foi oficialmente notificado deste investimento.
Dreyfus: produzirá 300.000 toneladas por ano em uma usina em Timbúes, Santa Fé. O desembolso estimado é de US$45 milhões.
Oil Fox: a usina de produção também será localizada em San Lorenzo, município de Fé de Santa e chegaria a 240.000 anuais, o grupo de investidores anunciou um investimento para este empreendimento de US$20 milhões.
Terminal Porto Rosário S.A.: a usina será localizada na área de Rosário e produziria 200.000 toneladas anuais. O investimento chegaria a US$40 milhões.
Viluco: a empresa de insumos agropecuários construirá sua usina produtora em Taboada, Santiago do Tideland. A produção estimada é de 400.000 toneladas por ano e o investimento seria de ao redor de US$38,40 milhões.
Yanina Otero
Fonte: Infocampo.com.ar (em espanhol)