Os EUA são o maior importador de petróleo. Lá as importações representam cerca de dois terços do fornecimento total do país.
Ao substituir a importação de petróleo pelos biocombustíveis produzidos localmente, a balança comercial dos Estados Unidos penderia favoravelmente, aumentando a capacidade de recuperação da economia. Estudo publicado este mês pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), mostrou que as importações de petróleo poderiam cair 17% em 2022, diminuindo os gastos com a importação em até US$ 68 bilhões. Isso levaria a uma valorização do dólar no país.
O Decreto de Segurança e Independência Energética de 2007, que expandiu o padrão americano de combustíveis renováveis (RFS2, na sigla em inglês), tem como meta para 2022 o consumo de 136 bilhões de litros de combustíveis renováveis nos EUA. Se a produção de biocombustíveis avançar e se os preços do petróleo continuarem a subir como projetado, a RFS2 poderia trazer benefícios para toda a economia americana. No entanto, segundo o estudo, o nível real desses benefícios depende principalmente dos preços do petróleo no futuro e da manutenção dos créditos fiscais em 2022.
Os EUA são o maior importador de petróleo. Lá as importações representam cerca de dois terços do fornecimento total do país. Ao reduzir a dependência do petróleo estrangeiro, os EUA se aproximariam da tão sonhada segurança energética, buscada desde a década de 70, quando houve a primeira crise de abastecimento. No entanto, os incentivos econômicos para o desenvolvimento de energias alternativas foram tímidos nos últimos 25 anos e não foram suficientes para estimular o desenvolvimento dos combustíveis renováveis em grande escala. Por trás do pouco estímulo estava a queda nos preços do petróleo, que fizeram das energias alternativas uma opção pouco competitiva. O relatório alerta que a RFS-2 poderá enfrentar os mesmos problemas no futuro.
Segundo o estudo, os avanços tecnológicos têm um papel fundamental no sucesso da indústria de biocombustíveis. “Políticas que ofereçam incentivos para os produtores podem atenuar alguns dos riscos associados às incertezas do mercado”, aponta o estudo.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
Ao substituir a importação de petróleo pelos biocombustíveis produzidos localmente, a balança comercial dos Estados Unidos penderia favoravelmente, aumentando a capacidade de recuperação da economia. Estudo publicado este mês pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), mostrou que as importações de petróleo poderiam cair 17% em 2022, diminuindo os gastos com a importação em até US$ 68 bilhões. Isso levaria a uma valorização do dólar no país.
O Decreto de Segurança e Independência Energética de 2007, que expandiu o padrão americano de combustíveis renováveis (RFS2, na sigla em inglês), tem como meta para 2022 o consumo de 136 bilhões de litros de combustíveis renováveis nos EUA. Se a produção de biocombustíveis avançar e se os preços do petróleo continuarem a subir como projetado, a RFS2 poderia trazer benefícios para toda a economia americana. No entanto, segundo o estudo, o nível real desses benefícios depende principalmente dos preços do petróleo no futuro e da manutenção dos créditos fiscais em 2022.
Os EUA são o maior importador de petróleo. Lá as importações representam cerca de dois terços do fornecimento total do país. Ao reduzir a dependência do petróleo estrangeiro, os EUA se aproximariam da tão sonhada segurança energética, buscada desde a década de 70, quando houve a primeira crise de abastecimento. No entanto, os incentivos econômicos para o desenvolvimento de energias alternativas foram tímidos nos últimos 25 anos e não foram suficientes para estimular o desenvolvimento dos combustíveis renováveis em grande escala. Por trás do pouco estímulo estava a queda nos preços do petróleo, que fizeram das energias alternativas uma opção pouco competitiva. O relatório alerta que a RFS-2 poderá enfrentar os mesmos problemas no futuro.
Segundo o estudo, os avanços tecnológicos têm um papel fundamental no sucesso da indústria de biocombustíveis. “Políticas que ofereçam incentivos para os produtores podem atenuar alguns dos riscos associados às incertezas do mercado”, aponta o estudo.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
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