Estudo listou os principais pontos fortes e fracos do pinhão-manso. Confira a seguir:
Estudo produzido pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) listou os principais pontos fortes e fracos do pinhão-manso. Confira a seguir:
• Através de melhoramento genético e boas práticas agrícolas, tem alto potencial de produtividade de óleo por hectare em áreas de clima tropical e subtropical subúmido.
• Cresce e tem potencial para produzir em solos degradados e salinos de áreas semi-áridas.
• Pode ser usado para barrar ou reverter processos de degradação do solo.
• Desenvolve-se rapidamente em comparação com outras oleaginosas arbustivas.
• Os arbustos mantêm-se pequenos, permitindo um manejo mais fácil.
• Perde folhas periodicamente, o que facilita a reciclagem de nutrientes e o consórcio irrigado com outras culturas temporárias na estação seca.
• Como as folhas não são palatáveis ao gado, pode ser usado como cerca-viva para proteger plantações.
• O óleo possui propriedades físico-químicas que o tornam bastante apropriado para a produção de biodiesel.
• O óleo pode ser usado diretamente em motores diesel, lamparinas e fogões apropriados.
• Os subprodutos do pinhão-manso podem agregar valor: a torta pode servir como fertilizante, ração animal (variedades não-tóxicas) ou biogás, e as cascas de frutos e sementes podem ser usadas para biogás ou queima.
• Além do mercado de combustíveis, o óleo pode ser usado na produção de sabão, remédios e pesticidas.
• As sementes são armazenáveis e não precisam ser processadas logo após a colheita, o que a torna uma boa opção para áreas isoladas.
• A cultura tem recebido investimentos em melhoramento vegetal, principalmente do setor privado, o que torna mais provável o desenvolvimento de variedades com rendimento de óleo maior e mais estável.
• Apresenta grande variação de produtividade, rendimento de óleo e qualidade de óleo.
• Consegue sobreviver em condições ruins, mas tem baixa produtividade na ausência de água e nutrientes em quantidade suficiente.
• Faltam informações sobre o sistema de produção e as características agronômicas, principalmente para previsões confiáveis de produtividade.
• O cultivo traz possíveis riscos e benefícios ambientais que ainda não foram suficientemente identificados.
• Leva de 3 a 5 anos para alcançar maturidade econômica, bem mais que as oleaginosas de ciclo anual.
• Os dados de produtividade esperada divulgados na imprensa são exageradamente otimistas. É bem possível que alguns agricultores possam perder o interesse até que práticas agronômicas e genótipos melhorados sejam estabelecidos.
• A toxidez impede o uso da torta para alimentação de gado, o que agregaria bastante valor à cultura.
• A toxidez da planta representa um risco à saúde de agricultores, crianças e animais.
• A colheita necessita de grande quantidade de mão-de-obra e a mecanização é dificultada pela falta de uniformidade na frutificação.
• É suscetível a pragas e doenças quando plantada como monocultura, embora não mais que outras culturas.
• A madeira é macia e inadequada para queima ou construção.
• Não é tolerante a geadas e solos encharcados.
• Pode atuar como hospedeiro de doenças da mandioca.
• O óleo é menos apropriado ao uso direto como substituto do diesel mineral em climas frios devido à sua viscosidade, que é maior que a do óleo de colza.
• Pode se tornar uma erva-daninha em alguns ambientes.
Fonte: Jatropha: A Smallholder Bioenergy Crop - The Potential for Pro-Poor Development (.PDF)
Estudo produzido pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) listou os principais pontos fortes e fracos do pinhão-manso. Confira a seguir:
Pontos fortes
• Através de melhoramento genético e boas práticas agrícolas, tem alto potencial de produtividade de óleo por hectare em áreas de clima tropical e subtropical subúmido.
• Cresce e tem potencial para produzir em solos degradados e salinos de áreas semi-áridas.
• Pode ser usado para barrar ou reverter processos de degradação do solo.
• Desenvolve-se rapidamente em comparação com outras oleaginosas arbustivas.
• Os arbustos mantêm-se pequenos, permitindo um manejo mais fácil.
• Perde folhas periodicamente, o que facilita a reciclagem de nutrientes e o consórcio irrigado com outras culturas temporárias na estação seca.
• Como as folhas não são palatáveis ao gado, pode ser usado como cerca-viva para proteger plantações.
• O óleo possui propriedades físico-químicas que o tornam bastante apropriado para a produção de biodiesel.
• O óleo pode ser usado diretamente em motores diesel, lamparinas e fogões apropriados.
• Os subprodutos do pinhão-manso podem agregar valor: a torta pode servir como fertilizante, ração animal (variedades não-tóxicas) ou biogás, e as cascas de frutos e sementes podem ser usadas para biogás ou queima.
• Além do mercado de combustíveis, o óleo pode ser usado na produção de sabão, remédios e pesticidas.
• As sementes são armazenáveis e não precisam ser processadas logo após a colheita, o que a torna uma boa opção para áreas isoladas.
• A cultura tem recebido investimentos em melhoramento vegetal, principalmente do setor privado, o que torna mais provável o desenvolvimento de variedades com rendimento de óleo maior e mais estável.
Pontos fracos
• A pesquisa ainda não identificou variedades com produtividade alta contínua.• Apresenta grande variação de produtividade, rendimento de óleo e qualidade de óleo.
• Consegue sobreviver em condições ruins, mas tem baixa produtividade na ausência de água e nutrientes em quantidade suficiente.
• Faltam informações sobre o sistema de produção e as características agronômicas, principalmente para previsões confiáveis de produtividade.
• O cultivo traz possíveis riscos e benefícios ambientais que ainda não foram suficientemente identificados.
• Leva de 3 a 5 anos para alcançar maturidade econômica, bem mais que as oleaginosas de ciclo anual.
• Os dados de produtividade esperada divulgados na imprensa são exageradamente otimistas. É bem possível que alguns agricultores possam perder o interesse até que práticas agronômicas e genótipos melhorados sejam estabelecidos.
• A toxidez impede o uso da torta para alimentação de gado, o que agregaria bastante valor à cultura.
• A toxidez da planta representa um risco à saúde de agricultores, crianças e animais.
• A colheita necessita de grande quantidade de mão-de-obra e a mecanização é dificultada pela falta de uniformidade na frutificação.
• É suscetível a pragas e doenças quando plantada como monocultura, embora não mais que outras culturas.
• A madeira é macia e inadequada para queima ou construção.
• Não é tolerante a geadas e solos encharcados.
• Pode atuar como hospedeiro de doenças da mandioca.
• O óleo é menos apropriado ao uso direto como substituto do diesel mineral em climas frios devido à sua viscosidade, que é maior que a do óleo de colza.
• Pode se tornar uma erva-daninha em alguns ambientes.
Fonte: Jatropha: A Smallholder Bioenergy Crop - The Potential for Pro-Poor Development (.PDF)