A Agência de Proteção Ambiental americana (EPA) deu sinal verde para o biodiesel produzido a partir do óleo de canola.
A Agência de Proteção Ambiental americana (EPA) deu sinal verde para o biodiesel produzido a partir do óleo de canola. Segundo o órgão do governo, a oleaginosa permite uma redução de 50% nas emissões de gases causadores do efeito de estufa em comparação com o diesel mineral. A EPA também comparou a eficiência da conversão do óleo de canola e de soja para produção de biodiesel. A análise final mostrou que 1 quilo de canola produz 400 gramas de óleo, contra as 180 gramas produzidas pelo óleo de soja.
A aprovação da EPA chegou cinco meses depois do lançamento da regra final revisada para o padrão dos combustíveis renováveis (RFS2). Por conta desse atraso houve uma diminuição considerável na participação da matéria-prima na produção nacional de biodiesel. Segundo a EPA, os Estados Unidos produziram um total de 132 milhões de litros de biodiesel à base de canola no ano passado, ante os 363 milhões de litros em 2008. "Grandes e pequenos produtores tiveram que parar a produção devido à falta de demanda, já que os compradores de biodiesel não estavam dispostos a assumir o risco de a canola não se qualificar", disse Dale Thorenson, diretor-assistente da U.S. Canola Association, em entrevista a Biodiesel Magazine. A entidade acredita que haverá daqui para a frente um aumento no uso da canola porque algumas usinas de biodiesel localizadas longe dos pólos produtivos de soja vão aumentar a utilização da oleaginosa para cumprir os mandatos da RFS2.
A EPA estima que até 2022 haja 757 milhões de litros de biodiesel por ano provenientes de canola. Para criar essa projeção, a EPA utilizou uma série de fatores, incluindo volumes históricos, a disponibilidade de matérias-primas, o potencial de competição com outros usos, além do aumento potencial de produtividade e área plantada. Para 2022, a agência projeta uma área de plantio de 364 mil hectares de canola, mas com aumento da produção de biodiesel, a área plantada poderá atingir 485 mil hectares.
Em 2008, o rendimento da canola foi de 1.635 quilos de sementes por hectare. As projeções utilizadas para a estimativa de 2022 mostram um ganho considerável de rendimento: 1.882 quilos por hectare.
A canola é a primeira de várias fontes para biocombustíveis não incluídas na decisão original da RFS2. A análise de outras matérias-primas, como óleo de palma e celulose, deverá ser concluída até o final do ano.
Alice Duarte – BiodieselBR com informações da Biodiesel Magazine
A Agência de Proteção Ambiental americana (EPA) deu sinal verde para o biodiesel produzido a partir do óleo de canola. Segundo o órgão do governo, a oleaginosa permite uma redução de 50% nas emissões de gases causadores do efeito de estufa em comparação com o diesel mineral. A EPA também comparou a eficiência da conversão do óleo de canola e de soja para produção de biodiesel. A análise final mostrou que 1 quilo de canola produz 400 gramas de óleo, contra as 180 gramas produzidas pelo óleo de soja.
A aprovação da EPA chegou cinco meses depois do lançamento da regra final revisada para o padrão dos combustíveis renováveis (RFS2). Por conta desse atraso houve uma diminuição considerável na participação da matéria-prima na produção nacional de biodiesel. Segundo a EPA, os Estados Unidos produziram um total de 132 milhões de litros de biodiesel à base de canola no ano passado, ante os 363 milhões de litros em 2008. "Grandes e pequenos produtores tiveram que parar a produção devido à falta de demanda, já que os compradores de biodiesel não estavam dispostos a assumir o risco de a canola não se qualificar", disse Dale Thorenson, diretor-assistente da U.S. Canola Association, em entrevista a Biodiesel Magazine. A entidade acredita que haverá daqui para a frente um aumento no uso da canola porque algumas usinas de biodiesel localizadas longe dos pólos produtivos de soja vão aumentar a utilização da oleaginosa para cumprir os mandatos da RFS2.
A EPA estima que até 2022 haja 757 milhões de litros de biodiesel por ano provenientes de canola. Para criar essa projeção, a EPA utilizou uma série de fatores, incluindo volumes históricos, a disponibilidade de matérias-primas, o potencial de competição com outros usos, além do aumento potencial de produtividade e área plantada. Para 2022, a agência projeta uma área de plantio de 364 mil hectares de canola, mas com aumento da produção de biodiesel, a área plantada poderá atingir 485 mil hectares.
Em 2008, o rendimento da canola foi de 1.635 quilos de sementes por hectare. As projeções utilizadas para a estimativa de 2022 mostram um ganho considerável de rendimento: 1.882 quilos por hectare.
A canola é a primeira de várias fontes para biocombustíveis não incluídas na decisão original da RFS2. A análise de outras matérias-primas, como óleo de palma e celulose, deverá ser concluída até o final do ano.
Alice Duarte – BiodieselBR com informações da Biodiesel Magazine
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