O diretor da empresa explica que para processar
biodiesel, a planta precisa de adequações e do
licenciamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP). As adequações demandariam investimento da
ordem de R$ 1 milhão.
O Estado já tem uma planta industrial que poderá processar biodiesel. É a Capixaba Companhia Petroquímica, implantada no município de Serra, voltada para a produção de solventes. A mesma planta tem capacidade para a produção mensal de 5 mil metros cúbicos de biodiesel (5 milhões de litros de óleo vegetal).
O diretor da empresa, Marco Túlio Camil, explica que para processar biodiesel, a planta de solventes precisa de adequações e do licenciamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O processo, explicou, não é demorado e as adequações demandariam investimento da ordem de R$ 1 milhão.
A indústria de solventes – ela fornece produtos para a área industrial, têxtil e agrícola – é uma planta que opera há dois anos e teve investimento de R$ 5 milhões. O projeto é modular e para processar biodiesel, precisa de ampliar a área construída, além da licença da ANP.
A indústria petroquímica, conforme explicou Camil, poderá iniciar o processamento de biodiesel se houver interesse de produtores locais. A empresa não tem estrutura para fazer o esmagamento ou moagem das sementes, que ficaria a cargo dos próprios produtores.
Camil explicou que a empresa está interessada em obter a licença da ANP e em fazer as adequações necessárias para a produção de biodiesel. Está aguardando apenas a manifestação de produtores locais de sementes. A empresa, frisou, está disposta a fornecer aos produtores os equipamentos necessários para o esmagamento ou moagem das sementes.
O presidente do Incaper, Enio Bergoli, informou que agendará no próximo mês uma visita às instalações da indústria para conhecer a proposta da empresa para o biodiesel. Ele ressaltou que se o produtor tiver a garantia de mercado para as sementes o plantio de oleaginosas deverá ser ampliado.
A Gazeta - ES
O Estado já tem uma planta industrial que poderá processar biodiesel. É a Capixaba Companhia Petroquímica, implantada no município de Serra, voltada para a produção de solventes. A mesma planta tem capacidade para a produção mensal de 5 mil metros cúbicos de biodiesel (5 milhões de litros de óleo vegetal).
O diretor da empresa, Marco Túlio Camil, explica que para processar biodiesel, a planta de solventes precisa de adequações e do licenciamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O processo, explicou, não é demorado e as adequações demandariam investimento da ordem de R$ 1 milhão.
A indústria de solventes – ela fornece produtos para a área industrial, têxtil e agrícola – é uma planta que opera há dois anos e teve investimento de R$ 5 milhões. O projeto é modular e para processar biodiesel, precisa de ampliar a área construída, além da licença da ANP.
A indústria petroquímica, conforme explicou Camil, poderá iniciar o processamento de biodiesel se houver interesse de produtores locais. A empresa não tem estrutura para fazer o esmagamento ou moagem das sementes, que ficaria a cargo dos próprios produtores.
Camil explicou que a empresa está interessada em obter a licença da ANP e em fazer as adequações necessárias para a produção de biodiesel. Está aguardando apenas a manifestação de produtores locais de sementes. A empresa, frisou, está disposta a fornecer aos produtores os equipamentos necessários para o esmagamento ou moagem das sementes.
O presidente do Incaper, Enio Bergoli, informou que agendará no próximo mês uma visita às instalações da indústria para conhecer a proposta da empresa para o biodiesel. Ele ressaltou que se o produtor tiver a garantia de mercado para as sementes o plantio de oleaginosas deverá ser ampliado.
A Gazeta - ES