Por enquanto, segundo o MEC, há somente dois cursos de nível superior autorizados
O curso superior de Tecnologia em Bioenergia da Faculdade Orígenes Lessa (Facol), de Lençóis Paulistas (SP), formou sua primeira turma de profissionais especializados no setor de biocombustíveis. A Facol foi uma das primeiras faculdades do Brasil a abrir um curso superior na área, em agosto de 2008, e a primeira no país a ter esse curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
A demanda por profissionais qualificados cresce na mesma proporção que a expansão do mercado de biocombustíveis no país. A oferta de cursos na área, no entanto, ainda é pequena. Segundo o MEC, por enquanto há somente dois cursos de nível superior autorizados, mas há uma forte tendência para o crescimento dessa oferta. “É um mercado novo, e as portas estão se abrindo agora. Profissionalmente, penso em crescimento, pois somos pioneiros em uma área que precisa rapidamente de mão-de-obra qualificada”, diz Sirlene Oliveira, que faz parte do grupo de 41 tecnólogos que acabaram de se formar. Ela conta que inicialmente eram duas turmas com 40 alunos cada, porém, ao longo do caminho por diversos motivos alguns desistiram.
Hoje no mercado são poucos os profissionais realmente especializados na área. As instituições de ensino têm se preocupado em dar uma formação multidisciplinar para atender melhor aos requisitos das empresas. “No mercado uns sabem mais da química, outros da engenharia, outros só sabem lidar com pessoas, mas um tecnólogo em Bioenergia aprendeu de cada área o necessário para ser um bom gestor e obter resultados satisfatórios em todos os setores”, diz Sirlene.
O curso da Facol teve autorização em caráter experimental em maio de 2007, visto que o curso não fazia parte do Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia editado pelo ministério. A portaria que incluiu a formação “Biocombustíveis” no catálogo foi publicada em março de 2009.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
O curso superior de Tecnologia em Bioenergia da Faculdade Orígenes Lessa (Facol), de Lençóis Paulistas (SP), formou sua primeira turma de profissionais especializados no setor de biocombustíveis. A Facol foi uma das primeiras faculdades do Brasil a abrir um curso superior na área, em agosto de 2008, e a primeira no país a ter esse curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
A demanda por profissionais qualificados cresce na mesma proporção que a expansão do mercado de biocombustíveis no país. A oferta de cursos na área, no entanto, ainda é pequena. Segundo o MEC, por enquanto há somente dois cursos de nível superior autorizados, mas há uma forte tendência para o crescimento dessa oferta. “É um mercado novo, e as portas estão se abrindo agora. Profissionalmente, penso em crescimento, pois somos pioneiros em uma área que precisa rapidamente de mão-de-obra qualificada”, diz Sirlene Oliveira, que faz parte do grupo de 41 tecnólogos que acabaram de se formar. Ela conta que inicialmente eram duas turmas com 40 alunos cada, porém, ao longo do caminho por diversos motivos alguns desistiram.
Hoje no mercado são poucos os profissionais realmente especializados na área. As instituições de ensino têm se preocupado em dar uma formação multidisciplinar para atender melhor aos requisitos das empresas. “No mercado uns sabem mais da química, outros da engenharia, outros só sabem lidar com pessoas, mas um tecnólogo em Bioenergia aprendeu de cada área o necessário para ser um bom gestor e obter resultados satisfatórios em todos os setores”, diz Sirlene.
O curso da Facol teve autorização em caráter experimental em maio de 2007, visto que o curso não fazia parte do Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia editado pelo ministério. A portaria que incluiu a formação “Biocombustíveis” no catálogo foi publicada em março de 2009.
Alice Duarte – BiodieselBR.com