No longo prazo, a extração de combustíveis da cana-de-açúcar deverá
manter a vantagem dessa matéria-prima sobre as demais fontes renováveis.
No longo prazo, a extração de combustíveis da cana-de-açúcar deverá manter a vantagem dessa matéria-prima sobre as demais fontes renováveis. A afirmação é do assessor da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Décio Gazzoni, que apresentou a palestra “As novas tecnologias e o preço do biodiesel” na quarta-feira durante a Conferência BiodieselBR, em São Paulo.
Gazzoni afirmou que a densidade de energia por hectare plantado deverá ter uma evolução mais conservadora em matérias-primas como o dendê, a soja, a mamona e a canola. Já a cana-de-açúcar tem o potencial de triplicar esse potencial, além de já sair de um patamar mais elevado que de suas concorrentes.
Entre as matérias-primas do biodiesel, apenas o dendê teria uma evolução significativa. Ele defendeu que a medida que o setor de biocombustíveis evoluir para os produtos de 2ª, 3ª e 4ª geração, os cereais irão perder espaço como matérias-primas. Nesse cenário, avaliou, “a missão do biodiesel é captar o máximo de oportunidades, principalmente utilizando as inovações tecnológicas”.
O pesquisador também apresentou os resultados de testes realizados com o uso de etanol em motores diesel. A tecnologia exige apenas pequenas modificações no sistema de abastecimento do veículo. Com o uso de etanol no motor a diesel, há uma redução na emissão de CO2, de material particulado e de óxido de nitrogênio. Além disso, há aumento de rendimento térmico do motor de até 25% e redução do custo de operação de 10%.
Rosiane Correia de Freitas – BiodieselBR.com
No longo prazo, a extração de combustíveis da cana-de-açúcar deverá manter a vantagem dessa matéria-prima sobre as demais fontes renováveis. A afirmação é do assessor da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Décio Gazzoni, que apresentou a palestra “As novas tecnologias e o preço do biodiesel” na quarta-feira durante a Conferência BiodieselBR, em São Paulo.
Gazzoni afirmou que a densidade de energia por hectare plantado deverá ter uma evolução mais conservadora em matérias-primas como o dendê, a soja, a mamona e a canola. Já a cana-de-açúcar tem o potencial de triplicar esse potencial, além de já sair de um patamar mais elevado que de suas concorrentes.
Entre as matérias-primas do biodiesel, apenas o dendê teria uma evolução significativa. Ele defendeu que a medida que o setor de biocombustíveis evoluir para os produtos de 2ª, 3ª e 4ª geração, os cereais irão perder espaço como matérias-primas. Nesse cenário, avaliou, “a missão do biodiesel é captar o máximo de oportunidades, principalmente utilizando as inovações tecnológicas”.
O pesquisador também apresentou os resultados de testes realizados com o uso de etanol em motores diesel. A tecnologia exige apenas pequenas modificações no sistema de abastecimento do veículo. Com o uso de etanol no motor a diesel, há uma redução na emissão de CO2, de material particulado e de óxido de nitrogênio. Além disso, há aumento de rendimento térmico do motor de até 25% e redução do custo de operação de 10%.
Rosiane Correia de Freitas – BiodieselBR.com
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