Governo prepara plano de incentivo à produção de canola |
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| sexta, 23 maio 2008 . Canal Rural | |||||
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O governo federal quer diversificar a produção do biodiesel e está incentivando o plantio de canola. Até 2010 agricultores de cinco Estados brasileiros terão seguro total para cultivar a planta, criando uma nova alternativa de renda para produtores rurais. Num intervalo de dois anos o preço da tonelada do óleo extraído da canola saltou de R$ 1,9 mil para 5,3 mil – uma valorização de 166%. Por enquanto o Brasil só usa o óleo de canola na cozinha, mas ele também pode ser transformado em biocombustível. Pelas metas do governo federal, o Rio Grande do Sul deve ser o primeiro a produzir o biodiesel a partir da planta. O Estado já é responsável por 20% da produção nacional de biocombustíveis. – O Rio Grande do Sul tem uma vocação climática bastante adequada ao cultivo da canola – é uma região que tem um inverno bem definido, uma estação de chuvas bem definida, condição de solos adequada. E tanto as indústrias quanto os agricultores envolvidos querem ter mais uma alternativa de matéria prima para o biodiesel – destaca Arnoldo de Campos, coordenador do Programa Nacional do Biodiesel. O produtor rural Reneé Lago, de Passo Fundo, é um dos pioneiros no cultivo da canola. Ele já planta soja no verão e está trocando o trigo pela canola para ocupar a terra no inverno. – Pra nós que somos pequenos agricultores, com pouca terra, eu acho que é uma alternativa. É uma planta que não compete com a soja e o governo está incentivando. O incentivo vem através do seguro rural, que até 2010 vai beneficiar também os produtores em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. – É muito bom pro agricultor, porque ele aumenta as suas fontes de renda. É muito bom pro biodiesel, que tem mais matéria prima, e pro próprio setor alimentício – diz Arnoldo de Campos, coordenador do Programa Nacional do Biodiesel. LETÍCIA DE OLIVEIRA Textos Relacionados:
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Mário Luiz Conde Pinto :
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Engº Agrº Gostaria de saber algumas informaçõers: Trabalhei na regiião do oeste do Pr nos anos 80, e era responsável pela distribuição de sementes aos agricultores, e não tivemos muito sucesso, pois a cultura e bastante exigente. Com relação a colheita tb temos que ter a colheitadeira a disposição, já que a cultura quando madura não da para esperar. Qt a empresas preparadas, para receber este produto só tinhamos a Cocamar de Maringa. Gostaria de saber o que mudou. |
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