Fabricantes entregaram cerca de 96,2% do biocombustível com o qual se comprometeram no L79
As entregas do setor continuam se recuperando do mau desempenho que tiveram no ano passado. Os números reportados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) dão conta que no terceiro bimestre de 2021 – período de vigência do L79 – um pouco mais de 96,2% de todo o produto que foi negociado durante o certame saiu das instalações dos fabricantes com destino aos compradores.
Esse percentual é o maior desde o quarto bimestre do ano passado quando, somadas as entregas tanto do leilão regular e quanto do complementar, o mercado apresentou performance de 97,1%. Depois disso, os resultados apresentaram uma piora relevante, o que levou para o mercado para os fracos 91,3% no sexto bimestre de 2020 – resultado de compras excessivamente otimistas das distribuidoras no L76. Desde então, o mercado vem se recuperando.
Mesmo que o resultado de maio não tenha sido dos piores com performance de aproximadamente 94,2% do volume esperado, em junho houve uma melhoria notável. Dos 514,7 mil m³ esperados, 506,6 – 98,4% – saíram de fato das usinas de biodiesel.
As entregas do setor continuam se recuperando do mau desempenho que tiveram no ano passado. Os números reportados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) dão conta que no terceiro bimestre de 2021 – período de vigência do L79 – um pouco mais de 96,2% de todo o produto que foi negociado durante o certame saiu das instalações dos fabricantes com destino aos compradores.
Esse percentual é o maior desde o quarto bimestre do ano passado quando, somadas as entregas tanto do leilão regular e quanto do complementar, o mercado apresentou performance de 97,1%. Depois disso, os resultados apresentaram uma piora relevante, o que levou para o mercado para os fracos 91,3% no sexto bimestre de 2020 – resultado de compras excessivamente otimistas das distribuidoras no L76. Desde então, o mercado vem se recuperando.
Mesmo que o resultado de maio não tenha sido dos piores com performance de aproximadamente 94,2% do volume esperado, em junho houve uma melhoria notável. Dos 514,7 mil m³ esperados, 506,6 – 98,4% – saíram de fato das usinas de biodiesel.
Queda no absoluto
Mas se o mercado, em termos relativos, se saiu bem, em termos absolutos a imagem já não é tão animadora. As entregas beiraram 1.011,1 milhares de m³, queda de 18,1% sobre o resultado apurado no L78.
Essa queda é fruto da redução da adição obrigatória de biodiesel no óleo diesel mineral de 13% para 10% que foi determinada de supetão pelo governo federal no começo de abril para tentar evitar novos desgastes com grupo de caminhoneiros descontentes com a alta nos preços dos combustíveis.
A redução nas entregas foi até um pouco menor do que a ocorrida nas vendas totais. No L79, as distribuidoras compraram 1.050,3 mil m³ de biodiesel, 19,5% abaixo dos 1.305,7 mil m³ do L78.
Usinas
A Potencial foi a usina que mais entregou biodiesel no período. Da planta de Lapa (PR) saíram mais de 121,1 mil m³ de biodiesel, perto de 96,9% do que havia sido contratado.
Duas unidades produtivas – a Delta de Cuiabá e a Granol de Cachoeira do Sul – atingiram a marca de 100% de entregas. No caso da Delta, a meta foi superada por uma margem de aproximadamente 12 m³.
Já as usinas da Prisma e da Aliança não se saíram nada bem no bimestre. Elas entregaram apenas 41,4% e 32,5%, respectivamente, de tudo o que venderam, deixando mais de 2 mil m³ em descoberto.
Além delas, a Petrobras Biocombustível de Candeias (BA) também ficou abaixo de 80% – piso definido pela ANP abaixo do qual as usinas podem ser punidas com suspensão em leilões futuros. Afetada por uma greve de funcionários que paralisou suas atividades por quase duas semanas, a unidade baiana PBio teve performance geral de 79,3%. Já a usina de Montes Claros (MG) entregou 84,5% do volume vendido no L79 e não corre risco de sofrer sanções.
Veja lista completa com as entregas das usinas no L79:

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com