O metanol vai ficar um pouco mais salgado para as usinas de biodiesel em outubro. Dois dos principais fornecedores do insumo para o mercado brasileiro elevaram consideravelmente os preços usados como referência em seus contratos: a canadense Methanex e norte-americana Southern Chemical Corporation (SCC).
O metanol vai ficar um pouco mais salgado para as usinas de biodiesel em outubro. Dois dos principais fornecedores do insumo para o mercado brasileiro elevaram consideravelmente os preços usados como referência em seus contratos: a canadense Methanex e norte-americana Southern Chemical Corporation (SCC).
No caso da Methanex, os preços foram reajustados em 6,1% entre setembro e outubro chegando a US$ 293,00 por tonelada. Já no caso da SCC, o aumento foi de 9,9% com o produto negociado a US$ 295,95.
Os preços do metanol vêm caindo de forma mais ou menos consistente desde março de 2014 [veja gráfico]. Contudo, no mês de maio, a tendência se inverteu e os preços voltaram a subir. De lá para cá, já se valorizaram 17,7% no caso da Methanex e 36,9% no caso da SCC.
Num comparativo anual, o mercado ainda está pagando. Em outubro de 2015, os preços da Methanex estavam 25% maiores do que hoje, enquanto os da SCC eram 18% superiores.
Gás
A chave tanto para a queda quanto para sua reversão está no comportamento das cotações do gás natural – a matéria-prima mais importante para a indústria de metanol.
Segundo dados da Administração de Informação em Energia (EIA) do governo dos EUA, o valor cobrado por milhão de BTUs do gás natural vinha caindo desde fevereiro de 2014.
Em março passado, o gás atingiu seu menor patamar histórico com US$ 1,73 e voltou a se valorizara atingindo US$ 2,82 em julho. Foram 63% de aumento em apenas três meses. Em agosto, no entanto, os preços permaneceram estáveis o que aponta para uma redução na pressão sobre os fabricantes de metanol
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O metanol vai ficar um pouco mais salgado para as usinas de biodiesel em outubro. Dois dos principais fornecedores do insumo para o mercado brasileiro elevaram consideravelmente os preços usados como referência em seus contratos: a canadense Methanex e norte-americana Southern Chemical Corporation (SCC).
No caso da Methanex, os preços foram reajustados em 6,1% entre setembro e outubro chegando a US$ 293,00 por tonelada. Já no caso da SCC, o aumento foi de 9,9% com o produto negociado a US$ 295,95.
Os preços do metanol vêm caindo de forma mais ou menos consistente desde março de 2014 [veja gráfico]. Contudo, no mês de maio, a tendência se inverteu e os preços voltaram a subir. De lá para cá, já se valorizaram 17,7% no caso da Methanex e 36,9% no caso da SCC.
Num comparativo anual, o mercado ainda está pagando. Em outubro de 2015, os preços da Methanex estavam 25% maiores do que hoje, enquanto os da SCC eram 18% superiores.
Gás
A chave tanto para a queda quanto para sua reversão está no comportamento das cotações do gás natural – a matéria-prima mais importante para a indústria de metanol.
Segundo dados da Administração de Informação em Energia (EIA) do governo dos EUA, o valor cobrado por milhão de BTUs do gás natural vinha caindo desde fevereiro de 2014.
Em março passado, o gás atingiu seu menor patamar histórico com US$ 1,73 e voltou a se valorizara atingindo US$ 2,82 em julho. Foram 63% de aumento em apenas três meses. Em agosto, no entanto, os preços permaneceram estáveis o que aponta para uma redução na pressão sobre os fabricantes de metanol
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com