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Usina de biodiesel de Caarapó deve funcionar depois de mais de uma década

Unidade produtiva construída originalmente pela Agrenco deverá ser reativada pela Lar Cooperativa Agroindustrial

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Depois de mais uma década, a usina de biodiesel de Caarapó (MS) deve – finalmente – ver a luz do dia. Segundo BiodieselBR.com confirmou a nova controladora do complexo industrial sul-mato-grossense, a Lar Cooperativa Agroindustrial, tem planos de desengavetar o projeto que foi originalmente concebido pela Agrenco.

Embora estivesse pronta para entrar em operação em meados de 2008, o complexo industrial de Caarapó acabou desativado depois que sua dona, a Agrenco, entrar numa crise financeira aguda  que levaria a sua dissolução.

O projeto começou a sair da geladeira em 2018 quando o complexo de Caarapó foi adquirido pela Lar Cooperativa Agroindustrial. Os novos proprietários colocaram R$ 219 milhões para recondicionar as instalações que devem entrar em atividade em setembro.

 Depois de mais uma década, a usina de biodiesel de Caarapó (MS) deve – finalmente – ver a luz do dia. Segundo BiodieselBR.com confirmou a nova controladora do complexo industrial sul-mato-grossense, a Lar Cooperativa Agroindustrial, tem planos de desengavetar o projeto que foi originalmente concebido pela Agrenco.

Embora estivesse pronta para entrar em operação em meados de 2008, o complexo industrial de Caarapó acabou desativado depois que sua dona, a Agrenco, entrar numa crise financeira aguda  que levaria a sua dissolução.

O projeto começou a sair da geladeira em 2018 quando o complexo de Caarapó foi adquirido pela Lar Cooperativa Agroindustrial. Os novos proprietários colocaram R$ 219 milhões para recondicionar as instalações que devem entrar em atividade em setembro.

Agrenco

Nome lembrado apenas por veteranos do setor, a Agrenco foi um dos players com grande potencial nos primeiros tempos do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB). O grupo empresarial tinha planos ambiciosos para o setor. Quando foi inaugurada em janeiro de 2008, a primeira usina no grupo em Alto Araguaia (MT) tinha capacidade de fabricar até 237,6 milhões de litros por ano o que a colocava entre as três maiores do setor.

E o grupo tinha ainda outras duas usinas a caminho, uma em Caarapó (MS) e outra em Marialva (PR). Mas os planos da Agrenco acabaram fazendo água muito cedo. Com parte de sua direção envolvida em escândalos, a empresa entrou em crise financeira e acabou liquidada.

Das três usinas planejadas, apenas a de Marialva acabou realmente entrando no mercado depois que foi vendida para a BSBios em março de 2009.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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