Ao que parece, a Agropalma desistiu – mais uma vez – de entrar no mercado de biodiesel
Em agosto de 2022, a ANP havia tornado público que a empresa pretendia instalar uma usina em Belém (PA). Agora, o projeto não consta mais da lista de usinas em construção/ampliação mantida pela agência reguladora.
Numa versão anterior da lista, a previsão era que o projeto fosse finalizado ainda este mês.
Não seria uma usina grande. Muito pelo contrário. A informação disponibilizada é que ela teria 36 mil m³ em capacidade produtiva, o que a colocaria na 54ª posição do ranking de usinas – dividindo a posição com Ipê Biocombustível e a Petrobio.
Em agosto de 2022, a ANP havia tornado público que a empresa pretendia instalar uma usina em Belém (PA). Agora, o projeto não consta mais da lista de usinas em construção/ampliação mantida pela agência reguladora.
Numa versão anterior da lista, a previsão era que o projeto fosse finalizado ainda este mês.
Não seria uma usina grande. Muito pelo contrário. A informação disponibilizada é que ela teria 36 mil m³ em capacidade produtiva, o que a colocaria na 54ª posição do ranking de usinas – dividindo a posição com Ipê Biocombustível e a Petrobio.
Dendê
A Agropalma é um dos maiores players do mercado brasileiro de palma-de-óleo, com cerca de 50 mil hectares plantados com dendezeiros, e já chegou a ter uma usina de biodiesel nos primeiros anos do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB).
Também localizada em Belém, a planta pertencente ao grupo tinha capacidade para fabricar pouco menos de 29 mil m³ de biodiesel por ano. Inaugurada em abril de 2005, a planta só produziu com certa regularidade entre o começo de 2007 e meados de 2010.
Em novembro de 2013, a ANP cancelou as autorizações em nome da Agropalma a pedido da própria empresa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com