Volume do derivado vindo de fora do país cresce pelo segundo mês e retorna aos níveis anteriores aos do início da guerra no Oriente Médio
Os receios de que a guerra entre Irã e os EUA provocasse uma crise de abastecimento de diesel no mercado brasileiro estão ficando para trás. No mês de maio, um pouco menos de 1,39 milhão de metros cúbicos (m³) do derivado entraram no país. Embora esse volume ainda esteja ligeiramente abaixo – -3,3% – do registrado no mesmo período do ano passado, ele está razoavelmente em linha com aqueles que vinham sendo importados antes do início do conflito no Oriente Médio no final de fevereiro.
Em março, as importações despencaram ao menor nível em quase um ano e meio. Os importadores se saíram consideravelmente melhor em abril, mas, ainda assim, o mês fechou com retração de 18,3% na comparação anual.
Embora seja exportador de petróleo, o Brasil depende da importação de derivados para suprir a demanda interna. No último ano, cerca de um quarto do diesel consumido pelo Brasil teve que vir de fora do país. Foram mais de 16,8 milhões de m³.
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