Dispensa da mistura obrigatória em Porto Velho não afeta Amazonbio
Única usina em operação em Rondônia, a Amazonbio comenta a suspensão da mistura obrigatória em Porto Velho por causa da cheia no Rio Madeira.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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Hoje (28), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no Diário Oficial um despacho autorizando as distribuidoras de combustíveis sediadas em Porto Velho (RO) a vender diesel sem o acréscimo de 5% de biodiesel.
Por ser única usina em operação em Rondônia, a Amazonbio é uma das fornecedoras-chaves do biocombustível não só para a capital do Estado como para toda a Região Norte.
Hoje (28), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou no Diário Oficial um despacho autorizando as distribuidoras de combustíveis sediadas em Porto Velho (RO) a vender diesel sem o acréscimo de 5% de biodiesel.
Por ser única usina em operação em Rondônia, a Amazonbio é uma das fornecedoras-chaves do biocombustível não só para a capital do Estado como para toda a Região Norte. BiodieselBR.com contatou a empresa para verificar qual seria o impacto da decisão da ANP sobre suas operações.
De acordo com Eduardo Coelho que é um dos sócios da usina, a resolução não acarreta transtorno algum. “Já conversamos com nossos clientes-parceiros e todos sinalizaram que vão efetuar as retiradas, honrando os contratos”, afirma Coelho. “Atendemos principalmente a Manaus. É o nosso consumo mais representativo”, completa.
O empresário esclarece ainda que o contrato firmado entre usinas e distribuidores não determina destino do produto, permitindo o biodiesel adquirido por um cliente seja encaminhado para outra base de distribuição, em outro Estado, se assim ele julgar conveniente.
Ainda de acordo com Coelho, como o transporte fluvial é a regra para a Região Norte, a cheia tem causado sérios transtornos no transporte de cargas obrigando alguns dos clientes a retirarem o combustível usando carretas ao invés de balsas-tanque.