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Depois de 9 semanas escalada nos preços do biodiesel é interrompida

Preços caíram 1,4% na média nacional; todas as regiões brasileiras tiveram contração na última semana

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Os preços do biodiesel finalmente deram uma trégua. Na semana entre os dias 29 de abril e 05 de maio, os preços praticados entre as usinas e as distribuidoras reportados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam queda de 1,4%. Na média nacional, cada metro cúbico foi negociado por R$ 4.614,25.

Foi a primeira queda nos preços nas últimas 9 semanas – período ao longo do qual os valores acumularam alta maior que 16,2% e atingiram seu maior patamar em mais de um ano.

A escalada começou no final de fevereiro puxada por uma arrancada nos custos de produção. Num prazo de apenas três semanas, o custo para adquirir as matérias-primas necessárias para a produção de um m³ de biodiesel medido pela Indexador BiodieselBR aumentou 17,9% chegando a R$ 3.897,73 por m³ na 11ª semana (11S).

Os preços do biodiesel finalmente deram uma trégua. Na semana entre os dias 29 de abril e 05 de maio, os preços praticados entre as usinas e as distribuidoras reportados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam queda de 1,4%. Na média nacional, cada metro cúbico foi negociado por R$ 4.614,25.

Foi a primeira queda nos preços nas últimas 9 semanas – período ao longo do qual os valores acumularam alta maior que 16,2% e atingiram seu maior patamar em mais de um ano.

A escalada começou no final de fevereiro puxada por uma arrancada nos custos de produção. Num prazo de apenas três semanas, o custo para adquirir as matérias-primas necessárias para a produção de um m³ de biodiesel medido pela Indexador BiodieselBR aumentou 17,9% chegando a R$ 3.897,73 por m³ na 11ª semana (11S).

Embora, depois disso, o índice tenha entrado num platô – variando dentro de uma faixa estreia –, os preços do biodiesel mantiveram a inércia e continuaram subindo. Da 11S até o pico da semana anterior, os preços nacionais escalaram 11,4%.

Queda unânime

Foram necessárias duas baixas consecutivas no Indexador BiodieselBR – totalizando 8,1% de queda – para que o movimento se revertesse.

Apesar da resposta do mercado, as margens das usinas sobre o custo das matérias-primas se alargam para 27,8%. Na média nacional, o preço pago pelo produto acabado está R$ 1.016,72 acima do valor desembolsado para comprar óleo e metanol. É a segunda maior marem semanal no histórico; perdendo apenas para a 50S de 2022 quando a ágio chegou a R$ 1.095,71 por m³.

A virada atingiu todas as regiões brasileiras embora tenha sido particularmente proeminente nos estados da Região Sul (-3,2%) e do Sudeste (2,1%).

Com o tombo no Sul e a quase estabilidade no Nordeste, a distância entre o piso e o teto de preços do mercado nacional se alargou para 11,7%. É o maior grau de dispersão para o mercado desde a 9S.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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