Reunião da CMAB também discutiu detalhes sobre as ofertas das usinas no próximo certame.
No que depender das expectativas da ANP e do Sindicom para a demanda de biodiesel do próximo bimestre, a indústria não tem muitos motivos para se preocupar. Ontem (24), durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Abastecimento de Biodiesel (CMAB), as duas entidades apresentaram suas projeções para as aquisições durante o Leilão 59.
No que depender das expectativas da ANP e do Sindicom para a demanda de biodiesel do próximo bimestre, a indústria não tem muitos motivos para se preocupar. Ontem (24), durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Abastecimento de Biodiesel (CMAB), as duas entidades apresentaram suas projeções para as aquisições durante o Leilão 59.
A ANP mostrou aos presentes uma posição bastante conservadora, projetando uma demanda entre 934 e 954 mil m³ de biodiesel no leilão da próxima semana. Já a estimativa do Sindicom ficou 950 mil m³, em linha com o teto da avaliação da agência.
A projeção de BiodieselBR.com, publicada na semana passada], ficou entre 970 mil e 1.000 mil m³.
Se estiverem certos, o leilão comprará cerca de 5% mais do que foi consumido no ano passado. Como as compras de biodiesel são sempre maiores que o consumo real, tanto o Sindicom quanto a ANP, estão vendo um crescimento do bimestre abaixo de 5%.
No leilão passado a ANP projetou uma demanda entre 650 mil e 660 mil m³, o Sindicom entre 730 mil e 740 mil m³ e BiodieselBR entre 700 mil e 720 mil m³. O leilão foi finalizado com 713,3 mil m³ negociados.
Para as usinas de biodiesel uma demanda de 950 mil m³ seria de certa forma tranquilizadora, já que comprovaria o que seus representantes disseram durante todo o ano passado, que havia capacidade para o B10 e que não era preciso se preocupar com a oferta. Uma demanda mais próxima de 1.000 mil m³ deverá deixar a oferta bastante pressionada, já que além da venda no leilão regular haverá uma venda pequena para o mercado autorizativo e mais 60 mil m³ para o leilão de estoque.
Mesmo com a demanda ficando nos 950 mil m³, será preciso uma oferta real maior que 1.010 mil m³ para igualar a demanda. Ao que tudo indica esse número será alcançado. Pelo que se ouviu ontem na reunião da CMAB e pelo que BiodieselBR.com conseguiu apurar de outras fontes, a Granol deve ofertar com suas três usinas e as demais usinas devem ofertar pelo menos o máximo já ofertado no último ano.
Miguel Angelo Vedana – BiodieselBR.com
No que depender das expectativas da ANP e do Sindicom para a demanda de biodiesel do próximo bimestre, a indústria não tem muitos motivos para se preocupar. Ontem (24), durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Abastecimento de Biodiesel (CMAB), as duas entidades apresentaram suas projeções para as aquisições durante o Leilão 59.
A ANP mostrou aos presentes uma posição bastante conservadora, projetando uma demanda entre 934 e 954 mil m³ de biodiesel no leilão da próxima semana. Já a estimativa do Sindicom ficou 950 mil m³, em linha com o teto da avaliação da agência.
A projeção de BiodieselBR.com, publicada na semana passada], ficou entre 970 mil e 1.000 mil m³.
Se estiverem certos, o leilão comprará cerca de 5% mais do que foi consumido no ano passado. Como as compras de biodiesel são sempre maiores que o consumo real, tanto o Sindicom quanto a ANP, estão vendo um crescimento do bimestre abaixo de 5%.
No leilão passado a ANP projetou uma demanda entre 650 mil e 660 mil m³, o Sindicom entre 730 mil e 740 mil m³ e BiodieselBR entre 700 mil e 720 mil m³. O leilão foi finalizado com 713,3 mil m³ negociados.
Para as usinas de biodiesel uma demanda de 950 mil m³ seria de certa forma tranquilizadora, já que comprovaria o que seus representantes disseram durante todo o ano passado, que havia capacidade para o B10 e que não era preciso se preocupar com a oferta. Uma demanda mais próxima de 1.000 mil m³ deverá deixar a oferta bastante pressionada, já que além da venda no leilão regular haverá uma venda pequena para o mercado autorizativo e mais 60 mil m³ para o leilão de estoque.
Mesmo com a demanda ficando nos 950 mil m³, será preciso uma oferta real maior que 1.010 mil m³ para igualar a demanda. Ao que tudo indica esse número será alcançado. Pelo que se ouviu ontem na reunião da CMAB e pelo que BiodieselBR.com conseguiu apurar de outras fontes, a Granol deve ofertar com suas três usinas e as demais usinas devem ofertar pelo menos o máximo já ofertado no último ano.
Miguel Angelo Vedana – BiodieselBR.com