Números divulgados hoje pelo MDIC mostram retração nas vendas internacionais de glicerina por parte do Brasil.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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Depois de quatro meses com vendas em alta [ver tabela], as exportações de glicerina inauguraram 2014 registrando queda. Dados das exportações brasileiras relativos a janeiro, divulgados hoje (11) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que, no primeiro mês do ano, as vendas externas do principal coproduto do biodiesel cairam aproximadamente 7,5% em comparação ao registrado no mês anterior.
Essa é a menor comercialização de glicerina para exterior desde outubro passado.
Depois de quatro meses com vendas em alta [ver tabela], as exportações de glicerina inauguraram 2014 registrando queda. Dados das exportações brasileiras relativos a janeiro, divulgados hoje (11) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que, no primeiro mês do ano, foram enviadas para o exterior pouco mais de 15 mil toneladas do principal coproduto do biodiesel.
Esse volume representa uma retração de aproximadamente 7,5% em comparação ao registrado no mês anterior. E é também a menor comercialização de glicerina para exterior desde outubro passado.
Naturalmente, o valor faturado pelo Brasil com essa operação também foi menor que nos últimos dois meses – US$ 5,5 milhões, cerca de meio milhão de dólares a menos que o embolsado em dezembro.
O preço da glicerina também manteve a trajetória de queda que já vinha desde outubro. Em janeiro, as cotações de desvalorizaram aproximadamente 1% com a tonelada do produto sendo comercializada a US$ 367,71 – US$ 4,42 a menos que no mês anterior.
Na década Quando comparada aos volumes embarcados nesse mesmo período em anos anteriores, a exportação de glicerina de janeiro de 2014 se mostra a maior para o mês na última década – de 2004 a 2013.
Em janeiro dos últimos três anos – triênio em que a glicerina ampliou de forma mais acentuada sua participação nas exportações brasileiras –, foram exportadas, respectivamente, 12,9 mil, 14 mil e 13,7 mil toneladas do produto. Nenhum desses volumes supera a marca das exportações do último mês.