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Exportações de glicerina somaram 67,8 mil toneladas em novembro

Mês teve a segunda maior exportação da história, fazendo com que a parcial do ano se aproximasse das 650 mil toneladas

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Confirmado o recorde, resta definir quanto o mercado conseguirá abrir de vantagem até o final do ano. Em novembro, os exportadores adicionaram 67,8 mil toneladas, fazendo com que a parcial do ano alcance cerca de 648 mil toneladas – 14,4% acima do total registrado ao longo de todo o ano passado.

Este volume colocou novembro de 2024 como o terceiro mês mais exportador em um histórico mantido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) desde 1997. Dos 10 maiores volumes mensais de glicerina exportada, 8 foram registrados em 2024.

Mais bruta

Esse crescimento, no entanto, é exclusivamente devido ao aumento das vendas de glicerina bruta. Até agora, o país já embarcou 537 mil toneladas desse produto – quase 83% do total exportado –, sendo 56,4 mil toneladas apenas no último mês.

Confirmado o recorde, resta definir quanto o mercado conseguirá abrir de vantagem até o final do ano. Em novembro, os exportadores adicionaram 67,8 mil toneladas, fazendo com que a parcial do ano alcance cerca de 648 mil toneladas – 14,4% acima do total registrado ao longo de todo o ano passado.

Este volume colocou novembro de 2024 como o terceiro mês mais exportador em um histórico mantido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) desde 1997. Dos 10 maiores volumes mensais de glicerina exportada, 8 foram registrados em 2024.

Mais bruta

Esse crescimento, no entanto, é exclusivamente devido ao aumento das vendas de glicerina bruta. Até agora, o país já embarcou 537 mil toneladas desse produto – quase 83% do total exportado –, sendo 56,4 mil toneladas apenas no último mês.

Já a glicerina destilada tem apresentado um desempenho relativamente pior. Os embarques do produto em novembro ficaram abaixo de 11,4 mil toneladas, fazendo com que as exportações acumuladas desde janeiro cheguem a 111 mil toneladas – o que representa 17,1% das exportações totais.

Este é o menor percentual para o produto de maior valor agregado desde 2014, quando a participação foi de 12,5%. Em termos absolutos, a glicerina destilada também não tem obtido os melhores resultados, ficando abaixo do volume registrado entre janeiro e novembro nos últimos cinco anos.

+ de 2 anos

As receitas com as exportações de glicerina tiveram um bom desempenho, alcançando mais de US$ 22,8 milhões – cerca de R$ 132,5 milhões, considerando o câmbio médio do mês.

Embora ainda estejam bem abaixo dos melhores tempos do mercado, fazia mais de dois anos que o segmento não registrava um faturamento tão alto, ao menos desde setembro de 2022, quando as receitas em dólares alcançaram US$ 22,4 milhões.

Os preços pagos pelo produto têm melhorado gradativamente. De outubro para novembro, a cotação da glicerina bruta apresentou alta de 6,2%, chegando a US$ 289,49 por tonelada. Apesar do movimento de alta não ter sido consistente, desde o início do ano a glicerina bruta acumulou valorização de mais de 38,1%.

Já a glicerina destilada tem apresentado recuperação mais lenta. Em novembro, a tonelada do produto brasileiro estava custando US$ 570,16 aos importadores, valor 4,4% maior do que no mês anterior. No acumulado do ano, a alta foi de 13,8%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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