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Exportação de glicerina fica estável em novembro

As exportações brasileiras de glicerina registrada durante mês de novembro pelo MDIC em novembro se mantiveram estáveis em relação às de outubro.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
As exportações brasileiras de glicerina registrada durante mês de novembro se mantiveram praticamente no mesmo patamar em relação aos valores de outubro. Os dados oficiais foram atualizados hoje (09) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

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As exportações brasileiras de glicerina registrada durante mês de novembro se mantiveram praticamente no mesmo patamar em relação aos valores de outubro. Os dados oficiais foram atualizados hoje (09) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em termos de volume, as exportações somaram 23,7 mil toneladas de glicerina, 0,8% maior que o resultado do mês anterior. Já o faturamento se saiu relativamente bem e teve um crescimento de 5,9%, totalizando US$ 5,4 milhões em novembro.

Isso graças, principalmente, a uma melhoria do valor pago pela glicerina bruta que avançou 13% encarrando o mês com uma média de US$ 184,5 por tonelada. Essa foi o primeiro sinal de recuperação nas cotações depois de seis meses seguidos de queda. Entre maio e outubro, a glicerina não refinada chegou a perder 36% de seu valor. Com a alta do último mês as perdas foram reduzidas para menos de 28%.

Com isso, as 19,4 mil toneladas de glicerol bruto exportados renderam cerca de US$ 3,6 milhões.

Piora

Já a glicerina bidestilada não se saiu tão bem. O volume exportado foi de 4,3 mil toneladas, 1,1% menor que em outubro. O faturamento recuou 7,1%, fechando novembro com US$ 1,8 milhão em razão de um recuo de 6,1% nas cotações.

Em novembro a glicerina de maior valor agregado embarcada para fora do país rendeu, em média, US$ 429,04 por tonelada, frente a US$ 456,87 um mês antes.

Já as importações do insumo subiram, chegando perto de 483,7 toneladas e custando US$ 322,6 mil. Isso deixa o país com um saldo de US$ 5,1 milhões.

Comprador

Como de costume, a China foi o grande comprador da glicerina brasileira. Do total, 16 mil toneladas para o gigante asiático o que rendeu US$ 3,2 milhões.

Já o segundo lugar ficou com a Holanda que comprou 3,8 mil toneladas por US$ 855 mil.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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