Depois de passar dois meses no menor patamar de preços em mais de cinco anos, a cotação da glicerina bruta exportada pelas usinas brasileiras reagiu e fechou abril valendo 3,9% mais do que em fevereiro. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) que liberou ontem (04) os resultados da balança comercial brasileira para o mês passado.
Depois de passar dois meses no menor patamar de preços em mais de cinco anos, a cotação da glicerina bruta exportada pelas usinas brasileiras reagiu e fechou abril valendo, em média, US$ 154,3 – uma melhora de 3,9% sobre o valor de fevereiro. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) que liberou ontem (04) os resultados da balança comercial brasileira para o mês passado.
O volume exportado caiu bastante e fechou o mês com 17,3 mil toneladas embarcadas para fora do país. Essa é uma retração de 12,1% em relação à março.
Tudo somado, o faturamento do pais com a venda do principal coproduto do biodiesel ficou em US$ 2,6 milhões, cerca de 8,7% menos que no período anterior.
Destilado
Apesar da queda no resultado da glicerina bruta, as vendas do produto destilado deram um salto de 27,9% em termos de volume e encerraram abril com mais de 5,3 mil toneladas exportadas e US$ 2,3 milhões faturados.
Esse foi o maior volume exportado de glicerina destilada em sete meses.
A valorização do glicerol bruto, no entanto, ainda não se refletiu no produto de maior valor agregado. A cotação ficou em US$ 429,95, cerca de 2,3% abaixo do resultado em março.
Em termos de faturamento, o produto destilado representou 46,3% dos ganhos do Brasil no período que foram de US$ 4,97 milhões. Essa é a maior fatia para o segmento desde outubro de 2008.
Importação
Por outro lado, importamos 486,2 toneladas de glicerina destilada pelos quais pagamos US$ 384,1 mil.
Isso nos deixa com um saldo geral de 22,1 mil toneladas exportadas e US$ 4,5 milhões ganhos no mercado externo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois de passar dois meses no menor patamar de preços em mais de cinco anos, a cotação da glicerina bruta exportada pelas usinas brasileiras reagiu e fechou abril valendo, em média, US$ 154,3 – uma melhora de 3,9% sobre o valor de fevereiro. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) que liberou ontem (04) os resultados da balança comercial brasileira para o mês passado.
O volume exportado caiu bastante e fechou o mês com 17,3 mil toneladas embarcadas para fora do país. Essa é uma retração de 12,1% em relação à março.
Tudo somado, o faturamento do pais com a venda do principal coproduto do biodiesel ficou em US$ 2,6 milhões, cerca de 8,7% menos que no período anterior.
Destilado
Apesar da queda no resultado da glicerina bruta, as vendas do produto destilado deram um salto de 27,9% em termos de volume e encerraram abril com mais de 5,3 mil toneladas exportadas e US$ 2,3 milhões faturados.
Esse foi o maior volume exportado de glicerina destilada em sete meses.
A valorização do glicerol bruto, no entanto, ainda não se refletiu no produto de maior valor agregado. A cotação ficou em US$ 429,95, cerca de 2,3% abaixo do resultado em março.
Em termos de faturamento, o produto destilado representou 46,3% dos ganhos do Brasil no período que foram de US$ 4,97 milhões. Essa é a maior fatia para o segmento desde outubro de 2008.
Importação
Por outro lado, importamos 486,2 toneladas de glicerina destilada pelos quais pagamos US$ 384,1 mil.
Isso nos deixa com um saldo geral de 22,1 mil toneladas exportadas e US$ 4,5 milhões ganhos no mercado externo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com