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Brasil volta a exportar biodiesel em março

Depois de ter passado fevereiro sem exportar nenhuma gota as usinas embarcaram perto de 12,5 mil m³ em março

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Voltamos a exportar biodiesel no mês passado. No balanço comercial oficial do Brasil em março, as usinas contabilizaram em torno de 12,5 mil m³ em vendas para destinos internacionais. Essa retomada reverte a falha registrada em fevereiro; no segundo mês de 2024, o país ficou sem exportações pela primeira vez em oito meses – encerrando a mais longa sequência de vendas de porte comercial para o setor.

Embora volume exportado em março de 2024 não tenha sido banal; ele, tampouco, é particularmente impressionante ocupando apenas a 8ª posição no ranking de volumes embarcados pelo Brasil desde que o país fez sua primeira venda de porte comercial em 2013. Em relação ao mesmo período do ano passado, resultado mais recente é cerca de um terço menor – queda de 34,2%.

No total, os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) apontam que foram fechados ao menos três negócios durante o último mês.

Voltamos a exportar biodiesel no mês passado. No balanço comercial oficial do Brasil em março, as usinas contabilizaram em torno de 12,5 mil m³ em vendas para destinos internacionais. Essa retomada reverte a falha registrada em fevereiro; no segundo mês de 2024, o país ficou sem exportações pela primeira vez em oito meses – encerrando a mais longa sequência de vendas de porte comercial para o setor.

Embora volume exportado em março de 2024 não tenha sido banal; ele, tampouco, é particularmente impressionante ocupando apenas a 8ª posição no ranking de volumes embarcados pelo Brasil desde que o país fez sua primeira venda de porte comercial em 2013. Em relação ao mesmo período do ano passado, resultado mais recente é cerca de um terço menor – queda de 34,2%.

No total, os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) apontam que foram fechados ao menos três negócios durante o último mês.

Estreia

Um deles já era de conhecimento do mercado. Em meados de março, a Olfar anunciou ter completado sua primeira venda de biodiesel para fora do país – uma carga com destino à Taiwan – embora não tenha informado nem o volume e nem o valor do negócio fechado.

Não foi uma exportação das maiores. Segundo os dados divulgados pelo governo federal, a quantidade de biodiesel embarcada a partir da Olfar de Erechim foi de aproximadamente 223 m³, pelos quais a empresa recebeu US$ 247,4 mil. Esse valor dá aproximadamente R$ 5.523,17 por m³ quando convertido pela cotação média da moeda norte-americana do período.

É um valor 30,6% maior do que os R$ 4.227,21 que as usinas da Região Sul receberam na média da ANP para o mês de março.

Além da Olfar, os dados também indicam duas outras operações de exportação.

A maior delas teve como destino final da Suíça que recebeu 7,78 mil m³ de biodiesel oriundo a cidade de Sumaré (SP) onde a Prisma tem sua usina. Essa carga rendeu US$ 8,9 milhões ou R$ 44,3 milhões.

A segunda teve a Be8 de Marialva como sua origem mais provável. Forma 4,45 mil m³ de biodiesel para a Bélgica por US$ 4,38 milhões ou R$ 21,8 milhões.

França

Além dessas exportações, o Brasil também recebeu uma pequena quantidade de biodiesel da França. Foram duas cargas: uma de 5 m³ que chegou pelo Porto de Santos e uma de 1 m³ que desembarcou pelo Aeroporto de Guarulhos.

No total, as importações movimentaram um pouco menos de US$ 11 mil.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
 

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